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Relatos Eróticos / Auxilio Fraterno
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:47 »
Nós somos sete irmãos.Quatro naturais e três de criação.Dos naturais,só uma mulher.Talvez por isso,meus pais criaram apenas mulheres.Minha segunda irmã de criação é uma mulata bonita,forte,de seios grandes e pandeiro monumental,casada e com filhos.Sempre tivemos muita intimidade,e talvez por ser o mais velho,sempre fui seu confidente e conselheiro.Depois de algum tempo,ela veio morar perto de nossa casa,em um bairro próximo,com o marido e os filhos.Nós não temos filhos.O sobrinho mais velho teve um problema sério,e eu e minha esposa a ajudamos a resolver o caso.Há uns meses atrás, a empregada precisou se despedir,por problemas de família.Não encontramos substituta,e ficamos sós,o que não constituiu problema durante algum tempo.Tanto eu como minha mulher trabalhamos,e havíamos marcado as férias com muita antecedencia.A empresa de minha esposa adiou as férias dela,porque seu grupo ia precisar fazer um treinamento de um mês fora do estado.Tentei adiar minhas férias,ma sfui informado que era impossível.Teria que tirá-las no período marcado.Então minha esposa me disse que ia pedir a minha irmã pra vir ficar comigo em casa.Fiquei chateado, e disse-lhe que não havia necessidade de incomodar Lena,minha irmã.Afinal,ela tinha marido e filhos pra cuidar.Faltando dois dias pra minha mulher embarcar,meu cunhado ligou,perguntando se nós nos incomodaríamos de receber a mulher dele em casa,porque precisava ir ao interior com meus sobrinhos,resolver problemas de herança de uma pequena propriedade,e haviam-lhe informado que não seria necessário a presença de minha irmã,mas indispensável a das crianças.Achei estranho,e disse-lhe isso.
Respondeu-nos que também achara,mas que confirmara,e haviam repetido a informação.Estava preocupado de deixar minha irmã sozinha em casa,que é térrea,pequena,e sem muita segurança.Nós moramos em um pequeno apartamento.Minha mulher disse-lhe que também ia viajar,e assim,a presença de Lena em casa resolvia todos os problemas.
Entrei de férias no dia em que embarcaram todos.Levamos minha esposa no aeroporto;depois,deixamos cunhado e sobrinhos na rodoviária.
De lá,disse à minha irmã:-Tu deves estar farta de cozinha.Vamos comer fora.Ela concordou,mas perguntou aonde.Disse-lhe que eu estava com vontade de dar uma de rico,e que iríamos a um sofisticado restaurante de nossa cidade.Ela me disse:-Ca,eu não estou vestida pra um lugar desses!Pra mexer com ela,disse-lhe:-Com teu rabo,com qualquer roupa tu estás sempre vestida pra qualquer coisa!Ela ficou arretada,e me disse:-Ca,deixa de safadeza!
Almoçamos no restaurante,onde tomamos cerveja e vinho.Não bebo cerveja,e do vinho só tomei uma taça.Ela bebeu o resto.Depois do almoço,chamei-a pra ir à praia.Passamos em casa,vestimos roupa de banho,e passamos a tarde na areia.Conversamos muito,ela me falou de seus problemas financeiros,das preocupações com as crianças,da vida a dois com o marido.Entramos na água,e durante uma onda mais forte,ela ia caindo e eu a segurei pela cintura.Uma conhecida da minha esposa,fofoqueira de marca maior,que também estava na praia,aproximou-se de nós na água,indagando por minha esposa e quem era ela.Disse-lhe que minha mulher estava viajando a serviço,que eu estava de férias,e apresentei-lhe minha irmã.Vi que ela não acreditou,mas não dei importância.No caminho de casa,Lena me disse,divertida:Ela pensou que tu tava chifrando tua mulher comigo!Ela entrou no unico banheiro,e tomou banho antes de mim.Quando saiu,estava com outro biquini de praia,que lhe revelava os peitos e a bunda.Fui trocar de roupa,botei uma bermuda,e fui pendurar a toalha na pequena área de serviço,enquanto ela cuidava da ceia na cozinha estreita e apertada.Sem querer,rocei na padaria da minha irmã,e o cacete subiu no ato!Ficamos os dois sem jeito,e estáticos.Fomos tentar falar os dois,dizer qualquer coisa,e de repente nos agarramos!Não resisti ao tesão,mamei as tetas dela,encostei-a no balcão da cozinha,baixei o biquini,e e enfiei o pau duro no cu dela,que rebolava em minha pica sem parar.Esporrei em seu rabo sem parar,gozando junto com ela!
No dia seguinte,tentamos conversar sobre o acontecido,e acabamos nos comendo outra vez no sofá da sala,dessa vez trepando pelo rabo e pela boceta!
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Relatos Eróticos / Aconteceu no carnaval.
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:47 »
Neste ultimo carnaval,eu e minha esposa Bete,fomos para o litoral para descansarmos um pouco e levamos nosso sobrinho Glênio conosco.Ele é um rapaz de 18 anos,forte,alto,1,80ms,loiro,labios grossos,bastante sensual.No sábado fomos a um baile na cidade e voltamos lá pelas quatro da madrugada,um tanto quanto já alterados pelas bebidas.Durante o trajeto fizemos algumas brincadeiras com Glênio,tipo assim,se ele já tinha tido sua iniciação sexual,como foi,com quem,etc.Glênio nos disse que era um garanhão,que muitas garotinhas do colégio onde estuda,já tinham sido suas amantes.Rimos muito e falamos que ele era muito cheio de palhas,ou seja,muito fanfarrão.Ao chegarmos em casa,fomos para nosso quarto dormir,enquanto ele foi dormir no sofá da salinha.Eu e Bete ficamos pelados e tratamos de começar sessão de sexo.Comecei a chupar a bucetinha dela,enquanto Bete chupava meu cacete.Depois de algum tempo,me deitei sobre ela e a beijei com uma tara louca,enquanto meu pau roçava sua bucetinha sem que ele a penetrasse,deixando-a louquinha de prazer e vontade.Foi então que Bete me disse:Sabe,quando voltávamos para casa,senti um tesão louco pelo Glênio,quando ele disse que comia as menininhas do colégio.Fiquei com vontade de ser enrabada por ele.E porque não tenta?falei.Você topa?Claro,respondi.Bete se levantou e foi até a salinha onde Glênio estava vendo tv.Ao vê-la toda nua,o rapaz se assustou,mas Bete o acalmou e convidou-o para vir até nossa cama.Ele veio meio sem jeito.Ao me ver todo nú na cama disse:O que voces vão aprontar?Fica calmo,você vai ver e gostar eu disse.Bete tirou a bermuda e a cueca dele e ao ver seu cacete duro feito uma tora caiu de boca nele.Glênio ficou louco,gemia e apertava a cabeça de sua tia.Não demorou muito e ele encheu a boquinha dela de porra quente e viscosa,que Bete engoliu todinha,chegando a passar a lingua pelos seus lábios.Bete se deitou sobre mim e ajeitou meu cacete em sua bucetinha,que foi totalmente preenchida,enquanto nosso sobrinho enfiava seu pau no cuzinho dela,que gemia de dor e prazer.Bete tinha dois mastros dentro dela.Quando gozamos,Bete ficou entre nós e nos punhetou algum tempo.Quando já estavamos em ponto de bala de novo,ela se deitou e me mandou meter meu cacete em seu cuzinho,enquanto ela voltava a chupar a pica de Glênio.Quando meu pau se acomodou todinho em seu cuzinho,Bete falou para nosso sobrinho se ajeitar sobre mim,ela queria que ele metesse seu mastro em meu cú.Tentei rejeitar,mas ela me apertou e disse:Benzinho,faz isto por mim,vai.Glênio lambeu meu cú,deixando-o cheio de saliva e começou a tentar a penetraçào.Quando a cabeça de seu cacete se alojou na entrada de meu cú,senti uma dor forte e recuei,mas ele forçou,e pela primeira vez,senti uma pica dentro de mim.Glênio foi introduzindo lentamente sua vara em meu cú,até que senti suas bolas baterem em minhas nádegas.Estava doendo,mas o prazer era tão grande que eu comecei a rebolar minha bunda para sentir as estocadas com mais tesão.Neste momento,meu pau estava todo dentro de Bete e meu cú estava sendo arrombado pela vara de meu sobrinho.Quando Glênio gozou,ao sentir sua porra quente no meu cú,gozei loucamente no cuzinho de Bete.Quando o cacete dele saiu de dentro de mim,senti um alívio,mas eu queria mais,agora me sentia uma puta.Fui até o banheiro e trouxe uma toalha úmida para nos limparmos.Limpei com carinho o cacete de Glênio e comecei a chupa-lo.Seu mastro chegava até minha garganta.Ele e Bete se beijavam na cama.Glênio gozou pouquinho em minha boca,uma porra quentinha e fina,com gosto salgado e adocicado.Engoli tudinho.Nos deitamos juntos,com o pau de Glênio atolado no meu cú e o meu no cuzinho de Bete.Quando acordei,lá pelas onze horas da manhã,Bete e Glênio estavam na salinha se beijando e se mordendo.Tomei um belo banho e um café reforçado,pois eles já haviam feito tudo isto antes.Embora ainda sentisse meu cú ardendo,eu queria mais e chamei Glênio para minha cama.Ele me atendeu e veio.Me deitei de costas para ele e pedi que lambesse meu cuzinho.Glênio começou a passar sua lingua pelo meu cú,enfiando a pontinha dentro.Eu delirava de prazer.De repente,ele começou a lamber meu saco e pegou meu cacete ,alisando com carinho.Não aguentei mais e me virei para fazer um 69 com ele.Bete assistia tudo ao lado da cama,enfiando seus dedos dentro de sua xana.Comecei a lamber o cuzinho de nosso sobrinho,que por sua vez me lambia e metia sua lingua no meu cú.Quando abocanhei o pau dele,Glênio também meteu sua boca em meu cacete e começou a chupar com vontade.Quando não aguentei mais,enchi a boca dele com meu esperma,no mesmo tempo que ele gozou loucamente na minha.Sua porra escorreu pelos meus lábios.Agora eu queria comer seu cuzinho.Glênio concordou e se virou de costas para mim.Meti meu mastro levemente em seu cuzinho,até que o penetrei todinho.Tirei meu cacete e pedi que ele se virasse de frente pra mim.Coloquei suas pernas em meu peito e de novo enfiei minha vara em seu cuzinho.Bete ficou com a buceta sobre sua boca para que ele a chupasse.Glênio enfiava sua lingua todinha na xaninha de sua tia,ao mesmo tempo em que era fodido no cuzinho.Gozei pouco desta vez.Estavamos extenuados.Me deitei no tapete do quarto e adormeci,enquanto eles ficaram metendo,não sei quanto tempo aguentaram.Dormi muito tempo.Acordei a tardinha.Os dois estavam dormindo agarradinhos.Nesta noite,fizemos uma festa.Gozamos de todas maneiras.Ao voltarmos para nossa cidade,combinamos de continuar nossa relação sempre em finais de semana,coisa que acontece até hoje.Se voces gostaram deste relato verídico,votem nele,e também experimentem,com certeza vão gostar.
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Relatos Eróticos / O Bom é entre família II
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:46 »
O BOM É ENTRE FAMÍLIA II

Continuando...

Mas como não conseguia dormir fui até o quarto de minha mãe pois sabia que ela tinha uns filmes legais gravados, bati a porta e a chamei...nada..ouvi um gemido e pensando que algo pudesse estar errado entrei no quarto, minha mãe se assustou e desligou a tv e começou a me xingar, pedi desculpa e expliquei o que queria, ela mandou-me olhar na cômoda, cheguei até lá e fita do vídeo ejetada me chamou a atenção, era um filme pornô, perguntei se podia vê-lo, ela riu “Olha só...esse eu estava vendo quando você entrou e pretendia terminar de ver...” perguntei se não podia assistir junto e ela fez uma careta, insisti e ela disse “Está bem, mas fica aí nos pés” Ela ficou deitada normal e eu ao contrário, religou o vídeo e eu comecei a alisar seus pés...O filme era sobre uma suruba em várias partes de uma mansão e estava numa cena que achei estranha mas me deixou de pau duríssimo, um cara chupava um traveco que juro, parecia uma mulher de rosto, corpo, menos pela ferramenta e era enrabado por outro igualmente feminino..., virei para o colchão de constrangido, mas continuei massageando os pés da minha mãe, ela que estava de pernas cruzadas. Mudou a cena para outro quarto onde estavam dois casais trepando...comecei a me excitar muito e alisava forte os pés de minha mãe, que lá pelas tantas disse “Já que quer me massagear, continua pra cima dos pés... assim como ta fazendo...” me ajeitei na cama e fui apertando suas pernas, ela gemeu, o filme estava numa fodelança só com todos os personagens num salão...daí arrisquei “Mãe, me massageia as pernas também...” ela nada disse, mas pôs as mãos direto na parte superior das minhas coxas e começou a apertar...nossa ! Que tesão! Queria olhar pra cara dela....comecei a chegar perto da sua virilha, minhas duas mãos estavam se fechando ao redor de sua xaninha, quando sem aviso ela alisa minha bunda com uma mão e põe a outra na sua xotinha e começa a se masturbar, não agüento e passo a mão no meu pau e começo a punhetá-lo , a outra no bundão da minha mãe que começa a gemer e entre os dentes diz “Seu putinho, quer comer a mamãezinha como comeu a amiguinha da irmã ? Eu sei...ela me contou quando a apertei... me quer Claudinho ?! Hunnn ?” só pude responder “Sim, mãe...quero...” Então vem...agora...enquanto estou doida de tesão...”...Sem pensar , me virei e pulei sobre minha mãe, que abriu as pernas, sua xaninha estava tão molhada e tesuda que meu pau entrou direto...que xotinha quente e gostosa...Ela me beija com voracidade, me mordendo os lábios, me arranha as costas, começo um vai-e-vem, super rápido, ela empurra minha cabeça até seus peitos, que peitões lindo...caio de boca neles...mamo minha mãe de novo...lambo , passo a língua nos seus mamilos...e ela gemendo...balançando os quadris...” Ai filhinho...tá fodendo a mamãe....hunnn seu safado gostoso...Fode ! Fode ! Me arromba...ahnnn...”...era incrível ouvir mamãe falando aquilo, me dava mais tesão...Até que ela me enlaça bem firme com as pernas, enfia sem aviso o dedo na minha bunda, a outra mão crava em minhas costas, me morde a orelha e...não geme mais...quase grita gozando...Não gozei ainda...e após alguns instantes nos viramos...ela quer ser comida de bruços...Ahnnn...como é gostosa...com aquela bunda batendo contra mim...vou gozar...aviso a ela..que surpreendentemente me pede” Goza no meu cuzinho meu tesudo!”... Tiro da xaninha e tento achar entre a sua bunda o cuzinho, estamos tão melados que meu pau escorrega para sua xota de novo, mas ela mesma o posiciona...hunnn...nunca havia sentido tanto prazer...um cuzinho apertado, mas não tanto...mal consigo enfiar meu cacete nele e sem mexer já estou gozando...seguro os peitos de mamãe a abraçando...reteso o corpo...que gozada...
Uns cinco minutos depois estou pensando :“Meu Deus ! Eu comi minha mãe !”...ameaço sair da cama e ela me segura e pergunta:”Aonde você pensa que vai ?” Bem sorridente, como se nada tivesse acontecido, estou com algo como vergonha de olhar para ela, acho que ela percebe e começa a conversar: “Cláudio, sei que o que fizemos parece loucura, e talvez seja mesmo, mas eu não te culpo e não me sinto agredida ou abusada por você, talvez até te ame mais agora do que antes, mas se você está se sentindo mal por isso, eu vou entender e se você quiser passar um tempo fora, com seu pai, ou ...sei lá, mas não me deixe..” Foi diferente ouvir isso de minha mãe, era ambíguo, como estar ouvindo minha mãe, mas uma também uma namorada ao mesmo tempo...Abracei-a e disse:”Mãe, não se preocupe, não vou te deixar, eu te amo, mas...o que aconteceu agora foi ótimo, mas, bem, como não ficar meio assim, afinal você é minha mãe...” ao que ela responde”Eu sei Claudinho...mas sou uma mulher também, mas não se preocupe, isso não vai acontecer nunca mais” Não sei o que deu em mim que respondi:”Mas não é isso que estou dizendo que quero...”, senti que havia sido “sincero” demais, mamãe me surpreendeu de novo ao responder:”Ah! Quer dizer que...” e já veio me beijando...estávamos nus e não demorou a ficar de pau duro, Claúdia então se abaixa e começa uma mamada incrível... viramos e começamos um 69...que bucetinha linda tem minha mãe! Carnuda, com pelos mas bem ralinhos, passo a língua direto no seu grelinho, ela geme e aperta o meu pau com a boca, solta-o e fica punhetando, passa a língua em toda a extensão dele , desce até o saco, chupa cada uma das bolas e lambe minha bunda...hunnn, me assusto no início mas deixo, e fica bom..eu continuo a chupá-la com um dedo em seu cuzinho , ela aperta minha cabeça com as pernas, e começa a mexer rápido “ Filho gostoso, chupa, fode com a boca essa sua mãe puta !” ela diz e me enche de mais tesão...ela está quase gozando e pede prá gozar com meu pau na xana, viramos rápido e eu meto nela, como entra fácil, ela me põe deitado e fica por cima, apóia-se no lado de meu corpo e me cavalga super rápido, chega a doer um pouco sua bunda batendo em mim, mas o prazer é maior...tento segurar seus peitões que pulam no seu ritmo...”hunnn mãe, Claúdia, minha gostosa, que tesão!“ ela delira quando ouve isso e pede mais...”Minha mãe tesuda, minha mãe putinha , ahnnn! Vou gozar nessa buceta gostosa!” Digo isso e começo a gozar, minha mãe me abraça e goza também (novamente me arranhando e mordendo meus lábios até a dor)...exausto durmo...acordo ela não está na cama, mas logo aparece sorrindo “Vai seu preguiçoso, seu pai, suas irmãs e avós devem estar te esperando, vai tomar banho e logo...”
Me arrumo e me despeço, ela sorri e me dá uma bitoquinha de leve “Até mais, garanhão!” é o que ela diz...vou até meus avós confuso, não consigo deixar de pensar nas últimas coisas, de uma hora pra outra comi a Gabi, a Carla e minha mãe...”Só falta a Aninha” pensei e sacudi a cabeça me repreendendo. Chego na casa de meus avós e dou uma esquecida nisso, fico feliz em vê-los, abraço o Paulo, pergunto pelas meninas e me respondem que elas estão no lago (na verdade um pequeno açude, meus avós moram num pequeno sítio na área “rurbana” da cidade), fico vendo minha avó cozinhar, o Paulo em pergunta das coisas, até que de longe vejo as meninas vindo (estavam de canga, era um dia de calor) mas não estavam sozinhas “O que a Gabi faz aqui?” perguntei, “Ah, ela quis vir , algum problema?” respondi ao Paulo que não, as gurias chegaram me beijaram o rosto (inclusive a Gabi) quando a vovó pergunta se alguém não quer pegar um tampero pra ela ao lado do galpão, as meninas se esquivam de cara, eu não falo nada até que a Gabi se oferece,e diz “ Me leva Cláudio, que eu não sei onde é que é...” eu respondo “ Mas se é assim eu mesmo pego...” minha avó me repreende “ Que feio mocinho, falar assim com a menina que está sendo gentil, leva ela lá...se não, não tem sobremesa...” Vou com ela e logo que saímos da vista ela já vai se encoxando em mim e perguntando porque não vim...”Olha Gabi, aqui não dá pra dar na vista entendeu?” ela faz beicinho e quando chegamos ao lado do galpão, onde havia um canteiro de temperos ela me empurra contra a parede e diz: ”Aí, não faz assim, eu to te querendo de novo! Nós não vamos namorar ?!” não queria nada, mas ela se esfrega em mim, meu pau endurece na hora, ela abre o fecho e o pega, eu a beijo e aperto seus seios, ela faz que vai se abaixar quando vejo...o Paulo...
Continua...
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Relatos Eróticos / tracei a dentista
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:46 »
recentemente fui á dentista, era um dia muito chato um tédio só. tinha horario para as 18: 30, chegando ao consultorio nao havia secretária.sentei no sofá e aguardei que fosse chamado,qdo surgi no corredor uma loiraca de 1,75 de altura numa sandalia bem alta e um corpo estonteante sorriu para mim e disse: vc é o vinicius? eu disse que sim. vamos passe a proxima sala. deitado na cadeira perguntei seu nome, ela disse: simone, lindo nome respondi. fazendo a limpeza de minha boca ela chegava bem pertinho podia sentir sua respiracao, foi qdo ela tentou alcancar o outro lado da plataforma de utensilios e esfregou seus seios em meu peito, eu fiquei muito excitado na hora e lhe dei um beijo ela ficou assustada e disse que era casada, mas seu olhar dizia o quanto havia gostado foi ao armario buscar uma luva eu cheguei por tras e coxei ela ela suspirou e disse vc quer entao vamos comecei a beija lá e ela gostava abriu meu ziper e fez boquete gostoso baixei sua calca ela pediu que fode-se sua xota eu atendi e coloquei todo ela gritava de prazer e tesao chupei sua xota tbm e com o polegar metia no seu cuzinho ela gozou varias vezes, após pedi que ela ficasse de quatro em cima da cadeira e tive aquela visao privilegiada meti sem dó em seu cuzinho, ela adorou fodi ela por umas duas horas, após saimos do consultório e fomos direto para um motel para terminamos o q aviamos comecado....... atualmente eu traco a simone a cada consulta e como ela é muito gostosa de fuder.........                                              se vc quiser ouvir uma história
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Relatos Eróticos / Presente de Aniversario
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:46 »
Fazia tres anos que eu ganhara minha comadre de presente de Sao Pedro.
Nao era por falta de tentar,mas ela sempre negaceava, e nunca mais me deu seu corpo tesudo.E como é tesudo!Tive que pedir-lhe,por carta,que providenciasse algumas coisas pra mim, e mandei uma segunda carta,pedindo-a de presente de aniversário.Ela telefonou,me dando o resultado das providencias que eu lhe pedira,e não mencionou a a.parte do pedido.Decidi perguntar-lhe,na lata, se eu ganharia o presente.Relutou,mas respondeu-me,finalmente,que sim!
Enontramo-nos no dia do meu aniversário.Almoçamos juntos, e nos encontramos à noite,pra sobremesa!Quando vi o monumento desnudo,me melei só de olhá-la.Ela me deu finalmenet a xoxotinha,onde derramei rios de porra!Foi o maior e melhor presente de minha vida
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Relatos Eróticos / comi minha tia
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:45 »
sou garotao de 20 anos a um ano atras fui para o interior fazer um concurso minha tia foi me pegar na rodoviaria, fomos para sua casa, jantamos com toda a familia. apos isso meu tio foi trabalhar e meus primos foram dormir, eu deitadao na sala olhando cine prive, minha tia estava no banho,eu com muito tesao do filme nao aguentei e fui ver minha tia no banheiro, espiei e acho q ela percebeu aí saí correndo para sala e fingi estar olhando o filme , qdo ela chegou com uma camisola preta e sentou-se no sofá com um gesto de seus lindos pés tocou em meu pau eu fiquei sem reacao ela fez uma cara de safada e eu parti pra cima comecei a beijala e ela gostava, puxou minha cueca e chupou o meu pau eu ali adforando aquilo e temia q algo acontece-se fui e esqueci de tudo arranquei seu vestido e chupei sua linda bucetinha ela gozou varias vezes..... minha tia glaucia foi tomar agua eu cheguei por tras com pau bem duro pedi que ela arrebitasse aquela bundinha ela atendeu prontamente eu a penetrei profundamente ela gemia feito uma vaca eu falava sacanagens em seu ouvido e mordia sua nuca...... fodi ela a noite inteira foi inesquecivel..... se vc quer uma transa dessas favor me mande um email...........   
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Relatos Eróticos / A prima italiana da minha mulher
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:45 »
Eu sempre li esses contos e jamais pensei que fosse ter alguma coisa interessante para enviar a esse site. Aconteceu recentemente e eu nunca poderia imaginar que isso sim seria alguma coisa para mandar.
Eu trabalho em uma cidade distante da minha residência e para não ficar indo e voltando todo dia passei a ocupar um quarto na casa dos meus sogros. Tanto ele como ela eram muito legais e me colocavam a vontade. Ficávamos eu e o meu cunhado, mais jovem, até que uma prima da minha mulher também veio de outra cidade para morar lá também.
A casa era grande e não haveria problemas de espaços, que aliás sobravam. A prima, que chamaremos de Alba conversava bastante comigo, sempre chegávamos tarde e ela ainda ficava preparando as suas coisas para o dia seguinte. Ela era professora de inglês e dava aulas particulares e para grupos em empresas.
Todos os dias as coisas se repetiam, conversa e despedidas com um boa noite, até que foi acrescentado com um beijinho no rosto. Nada de mais, inofensivo.
Eu da minha parte mantendo a fama de durão e sério. Afinal ela era prima da minha esposa e alguns anos mais nova que eu, ela tinha uns 33 anos e eu 43. O que obviamente transformava aquelas conversas em algo cada dia mais íntimo.
A sua religião não permitia certos abusos. Ela queria, mas não podia ser atriz o que lhe causava muito desgosto. Eu disse a ela que os sonhos não poderiam ser ridicularizados por ninguém. O que a deixou muito contente e eu ganhei um agradecimentos especial.
Um dia eu emprestei um CD e ela me devolveu com um convite para um almoço. O que mais me excitava era quando eu “”estendia”” a minha toalha, após o banho e contemplava as suas calcinhas. Todas de ótima qualidade e eu ficava imaginando aqueles “”fios dental”” entrando naquele bumbum.
Ela era branca, do tipo italiana, bem malhada, seios pequenos e firmes, boca redonda, como uma boneca e um bumbum super rígido. As coxas também eram demais.
Até que chegou o grande dia esperei em um restaurante conhecido e de boa qualidade e quando ela chegou, nos beijamos e a conversa começou a rolar, como sempre, sem maiores compromissos. Até que entramos na questão da vida íntima e me falou dos noivados fracassados e eu emendei que realmente aqueles babacas não sabiam o que tinham perdido.
Ela se emocionou e disse que nunca havia encontrado alguém mais gentil e carinhoso que eu, pena que eu era o seu primo.
Eu disse que primo, amigo e porque não alguma coisa a mais. Ela se calou e eu pedi desculpas, envergonhado.
Ela porém, disse que realmente nunca tinha pensado nisso, mas até gostava da idéia. Disse-me então o que eu poderia ser dela ? Eu respondi a idéia que ela havia gostado. Então, ela completou, era melhor mudar de idéia, porque a prima não gostaria de ouvir isso. O que foi prontamente respondido que a prima, jamais saberia, afinal o que poderia haver entre nós, seria só nosso, ainda que fosse uma vez apenas.
Ela disse então que era melhor acabar aquele almoço em outro lugar. Saímos imediatamente para um Motel. Eu escolhi um próximo. Lá chegando ela foi direto para a banheiro e tomou uma ducha reconfortante, enquanto eu esperava, quase gozando de pensar naquela loucura. Eu doía de tanta excitação e desejo.
Quando ela apareceu eu contemplava aquele corpinho, bem formado, com aquela calcinha que eu tanto havia imaginado. Estava realmente enterrada no bumbum. De imediato dei-lhe um beijo longo, como a muito tempo eu não dava e fui apertando cada vez mais aqueles seios nus no meu corpo, eu sim sem ter vestido nada. Ela cuidadosamente se virou e começou a esfregar o bumbum no meu cacete o que foi respondido de pronto, com uma investida, ainda por cima daquela calcinha. Eu ainda pegava nos seu seis o que fazia com que ela tremesse bastante. Nunca vi uma mulher gostar tanto de ter o seio acariciado. Passei então dar uma mamada nos seios que fez a mulher se contorcer. Senti que o caminho estava certo e de imediato tirei a sua calcinha e para minha surpresa estava com uma buceta, totalmente peladinha na minha frente. Não aguentei e chupei impiedosamente aquela belezura de xana. Ela continuava se contorcendo e gemendo alto e pediu, mete, mete tudo ! Não me fiz de rogado, mandei ver, quando o meu pau entrou naquela buceta, ela me envolvou e o meu pinto parecia estar sendo chupado de tanto prazer. Gozei pela primeira vez !!! ela disse ainda não, mas não adiantava já tinha ido. Eu disse, calma tomei o remedinho bom, ainda tem pau duro até você cansar.
Então ela disse que queria ver. Eu a virei de costas e comecei a enterrar com ela de quatro, o que foi adorado e muito gemido. Quando ela não aguentava mais, parei, de repente e passei o pinto pela sua bunda. Ela disse me come de novo a buceta e que eu te dou o bumbum.
Prontamente atendidada, ela então rebolava, gritava, gemia e parecia que ia se enrolar, até que gozamos juntos e ela não parava de dizer que o meu pinto era delicioso.
Me senti um rei, então palavra dada deve ser cumprida, ela se virou e passou a punhetar até que o meu pinto ficou duro de novo. Antes disso ela foi até o banheiro e passou um pouco de alguma coisa, um creme ou sei lá e o seu bumbum estava mais maleável. Até que eu senti que estava entrando. Ela disse que era a primeira vez por trás então poderia doer um pouco. Eu fui com cuidado para não machucar e parece que a coisa foi bem até que ela rebolou de novo. Mas sem tanta intensidade. Entendi, que estava incomodando e retirei, e mandei de novo naquela xana, toda gozada. Ela agradeceu e disse que tentaríamos outras vezes, mas que naquele momento queria mesmo era gozar com o meu pinto na sua buceta, aí eu tentei e fomos de novo as alturas. Eu nunca gozei com tanta força na terceira vez. E acho que foi a gozada mais forte porque ela sentiu-se bem comida.Tanto que disse que queria cada vez mais. Comi, comi e ela gozou até.
Então, quando nos despedimos, ela lembrou que poderíamos ter outros encontros, mas o segredo seria único.
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Relatos Eróticos / Auto-Preconceito
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:44 »
Lá estava ele, na sala do Segundo Grau Noturno, afinal, lá tinha de estar. Por obrigação, e não por prazer, ia todos os dias àquela escola fria.

Durante a aula de português, uma de suas mais odiadas, a educadora pedia aos alunos que iniciassem um trabalho onde se interpretasse a letra de uma música da MPB de maneira literária... A professora dizia isso ao longe... Os ouvidos daquele menino pareciam estar em outro local junto à sua mente... Ele pensava e pensava... Não sabia porquê estava ali... Odiava aquele curso, aquela turma, aquela vida... Não amava a sua namorada, “Vêzinha”, como dizia amar... Tudo em sua vida parecia uma grande farsa. Aquele trabalho era apenas mais um detalhe, mas uma nota zero, mais uma demonstração de incompetência e irresponsabilidade, como diria sua mãe e sua família.

Saiu da aula mais cedo, estava desinteressado, como sempre, e vagou... Vagou pelas ruas... Quem sabe encontrava a si próprio em alguma esquina... Quem sabe? Quem sabe encontrava um novo amor, um verdadeiro amor? Quem sabe encontrava coragem para dizer a sua “amada” que tudo aquilo era uma farsa... Quem sabe...?

Ao chegar em casa, sua mãe estava trabalhando (trabalhava a noite em um hospital). O telefone tocou... Ele pensou que seria sua mãe que, como sempre, estaria ligando para encher-lhe o saco. Deixou tocar... Mas era como um pressentimento... Era como se cada toque acertasse seu peito tal qual uma facada... E se não fosse sua mãe, quem seria? Era quase meia-noite... Ninguém seria tolo de ligar na casa de qualquer ser vivo à uma hora dessas... Atendeu ao telefone, não, não era sua mãe... Era sua namorada... Tratando de lhe dizer tudo aquilo que ele nunca tivera coragem para falar... Ela lhe disse que nunca o amou, disse-lhe que tudo aquilo que tiveram era uma grande farsa... disse que amava outro... Novamente, facas acertavam seu peito... As palavras daquela garota, que antes eram doces e meigas, agora soavam cortantes... E ele chorou... Chorou como um bebê... Chorou como uma criança que queria colo... Não que ele a amasse, mas pelo oposto... Ele poderia ter dito tudo aquilo a ela antes, mas não teve coragem de magoá-la... E agora, ele saíra magoado... Ele sofrera novamente... As lágrimas rolaram... E ele...Ele dormiu...

Dormiu e acordou ali, sentado no chão frio da sala... Aquele frio chão como sua alma... Acordou com o barulho da chave na porta, era sua mãe... Ele se levantou para fingir que já tinha acordado há algum tempo... Ela abriu a porta da sala e era como se nada visse... Era como se ela não sentisse o cheiro de dor naquela sala, cheiro que para ele estava nítido... Era como se ela não notasse as lágrimas (agora secas) dele... Ela adentrou na casa e surpresa, disse apenas “Acordado a essa hora? Quer parecer responsável?” Ela não notou que ele estava ainda com o uniforme da escola e que o material estava sobre a mesa.. E ele? Ele fingiu que não notou a indiferença dela e nada disse...

As horas passaram... O relógio não parava (infelizmente), e aquela já era a hora dele sair daquele quarto vazio e ir para a escola fria... Pegou seu material e saiu, sem dizer tchau a sua mãe, sem dar beijo de despedida, pois nada daquilo significava alguma coisa. Saiu de casa, queria não mais voltar, mas não tinha coragem e ele sabia disso... As palavras da Vê ainda doíam... A indiferença da mãe também... E o vazio que ele encontrava em seu peito por não saber quem ele próprio era doía ainda mais...

No caminho do ônibus, ele olhava o pôr-do-Sol... E pensava, sonhava... Queria ser como aquele Sol... Não, não queria brilhar, ou amar, como ele... Queria se pôr, queria morrer, ter coragem para tal ato... Queria poder se matar, quem sabe, depois da morte, ele encontrasse a si próprio...?

A uma esquina distância ele pensava se realmente queria entrar naquela escola... Se perguntava porquê tinha se matriculado naquele frio lugar... Se perguntava porquê tinha vivido por tanto tempo com medo de magoar aos outros... Se perguntava porquê vivia querendo agradar sua mãe, estando naquela renomada escola... Porquê ela ignorava seus atos? Talvez... Se ele tivesse sido ele mesmo... Nunca teria namorado a Vê... Nunca teria estado naquela escola... Talvez ele tivesse feliz naquele momento... Mas quem ele era? Ele não sabia... Perdeu sua identidade... Esqueceu a si próprio e a seus sentimentos... Ignorava seu coração... Ignorava o que seu corpo pedia... E esse corpo não pedia a Veri...

Entrou, tinha de entrar... Sentou, tinha estar lá... A professora entrou... Foi então que ele lembrou-se do tal trabalho sobre o qual dias atrás a professora havia falado, mas ele estava muito longe para ouvir... E agora estava muito longe para se preocupar... Durante a chamada (que era de praxe), ao chegar em seu nome, a professora Cibele notou que ele não estava com seu trabalho ali... E em alta voz o fez sofrer mais uma “humilhação”... Ele levara agora mais um zero, o qual sua mãe o lembraria o resto da vida... Mas agora a mente dele não se preocupava, mas também não estava tão longe... Dessa vez, a mente e os ouvidos acompanhavam apenas os olhos que seguiam Luan, o primeiro aluno a se apresentar... Os ouvidos não ouviam Djavan que agora tocava, nem as palavras que ele pronunciava... Os seus olhos, ouvidos e coração olhavam a apenas um ser vivo naquele momento... Luan... “Mas como? Eu não posso ficar olhando pra esse cara!” Mas ele olhava... “Eu ainda amo a Vê!” Mas ele olhava, enquanto a segunda mente ainda tentava insistir no falso amor e na razão, ele olhava... “Eu não sou isso!” A apresentação acabou, mas ele não terminou de olhar... E se por algum momento, aqueles dois olhares se cruzaram, não importa, pois de qualquer modo, o coração dele passou a bater mais forte, como há muito tempo não batia... Ele olhava, e já não pensava em nada... Só olhava... E a força daquele olhar que se direcionava apenas a uma pessoa cobria todo o seu corpo, reavivava seus músculos... Seria aquilo paixão, amor? Não importa... Sentia agora e sabia... Mas não admitia pra si mesmo... “Eu não sou isso! Eu não sou isso!” Tentava repetir pra si mesmo inutilmente no único momento em sua vida que descobriu a si próprio...

O tempo passou, as horas passaram, os dias também... Mas o olhar não... De alguma maneira aquele garoto mexia com ele... Apesar de ele não admitir, de ele não querer... Amava, agora era certo... “Mas não é verdade!” Dizia a si próprio... E voltou a sentir vazio... Pois continuava a mentir pra si... Faltou aquele dia e vagou pelas ruas escuras da noite, na inútil esperança de descobrir que tudo aquilo era mentira... Mas não era... E a cada noite que faltava tinha medo de se encontrar, não mais esperança... Tinha se acostumado a não ser o que era... Seria difícil aprender a ser diferente...

Mas em algum dia qualquer... Depois de fingir não notar as faltas do filho, sua mãe resolveu levar-lhe ao colégio e esperá-lo entrar... Ele já não poderia mas fingir ou mentir pra si próprio... Era como se estivesse encurralado... Ele tinha de se encontrar... Tinha de encontrá-lo, mas não queria... Entrou... Diziam falsos “Sentimos a sua falta!”, mas sequer notaram e ele sabia disso. Luan chegou... E como pela primeira vez trocaram olhares... A primeira vez que trocaram olhares... Luan estava diferente e ele percebeu isso...

A aula acabou... Ele saiu e a uma esquina da escola... Ouviu um grito... “Hei!” Virou-se e olhou, era Luan que o chamava e corria em sua direção. Ele o esperou, estarrecido. Ao chegar a seu lado, Luan logo disse “Sentimos a sua falta!”, ao que ele respondeu em tom de ironia “Todos disseram isso, será que sentiram mesmo?” . Luan parecia estar domado, dominado por alguma força que também dominava a ele e ele percebia isso... Luan respondeu-lhe “Senti...” . Ele quis virar-se e fingir pressa, mas Luan segurou-lhe o braço... Ele não relutou... Seus olhares se cruzaram novamente... E agora o fogo que brilhava em cada olhar era ainda mais forte, pois estavam próximos... Algo maior reinava sobre os dois, que só a se olharem agora eram um... Sem medo, sem luz, sem preconceito... Pela primeira vez se beijaram... se amaram... se descobriram, um ao outro e cada um...a si próprio. Tocaram-se e viram seus corpos nus e novamente virgens... Encontraram o peito um do outro... Seus órgãos pulsavam de amor e tesão e agora, finalmente... eram eles mesmos!
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Relatos Eróticos / minha primeira transa gay
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:44 »
BOM...PRIMEIRO VOU ME APRESENTAR MEU NOME É RAFAEL TENHO 18 ANOS E MORO EM SP.
SOU FREQUENTADOR ACIRRADO DE SALAS DE BATE-PAPO DE IMAGENS ERÓTICAS DE TRAVESTIS E GAYS.
CERTO DIA ESTAVA EU NA SALA DE BATE PAPO QUANDO ENTROU UM HOMEM QUE VEIO PUXAR CONVERSA COM UMA MENSAGEM..EU ACEITEI A CONVERSA E FUI CONTANDO MUITOS FATOS DE MINHA VIDA E DE COMO EU ERA TANTO FISICAMENTE QUANTO SOCIALMENTE, DISSE A ELE DO JEITO QUE REALMENTE SOU, MORENO, 1,75 DE ALTURA, OLHOS COR DE MEL E UMA BUNDINHA QUE EU PESSOALMENTE ADMIRI MUITO ELA PQ ELA É EMPINADINHA E MUITO SEXY DEVIDO A CONSOLOS QUE USO DEVIDO AO SENTIR UMA ENORME VONTADE DE SER PENETRADO POR UM HOMEM. BOM, CONVERSA VAI E VEM DURANTE QUASE 3 HORAS E ELE SUGERE QUE NOS ENCONTRÁSSEMOS, NESSA HORA EU TREMI DE MEDO POIS NÃO SABIA SE ME DEIXASSE LEVAR PELO TESÃO OU PELO LADO PESSOAL. DISSE QUE IRIA PENSAR E MANDARIA UM E-MAIL COM A RESPOSTA.
DEPOIS DE MUITO PENSAR EU ESCREVI A RESPOSTA DIZENDO QUE SIM, MAS NÃO GARANTIRIA QUE IRIA ROLAR ALGUMA COISA. O DIA CHEGOU, ERA UMA QUINTA FEIRA DE MUITO CLOR EM SÃO PAULO E EU ESTUDAVA DE MANHÃ E A TARDE E PRECISARIA MATAR AULA NAS DUAS ESCOLAS, CERTO COLOQUEI EM MINHA MOCHILA O MATERIA DA ESCOLA E UM ARSENAL DE LINGERIES QUE EU ESCONDIDO DE MEUS PAIS ADORO VESTIR PRA ME OLHAR NO ESPELHO.
O ENCONTRO ESTAVA MARCADO AS 11:30 DA MANHÃ NA ESTAÇÃO BRÁS DO TREM EM SP E EU ME DESCREVI COM AS ROUPAS QUE ESTARIA USANDO NO DIA, CAMISETA PRETA E BERMUDA AMARELA MAS POR BAIXO DAQUELA BERMUDA SE ESCONDIA UMA PRQUENINA CALCINHA PRETA DE RENDINHA BEM PEQUENA E APERTADA.
CERTO, ELE VEIO AO MEU ENCONTRO, SEU NOME ERA EDIVALDO ELE ERA UM HOMEM DE 40 ANOS FORTE BEM EDUCADO MORENO, 1,80 OLHOS CASTANHOS...UMA BELA APARENCIA...NA HORA EU TREMIS D NERVOSISMO MAS COMEÇAMOS A CONVERSAR E AI RELAXEI. CONVERSAMOS DURANTE UMA HORA E ELE ME SUGERIU IRMOS A UM LUGAR MAIS APROPRIADO PRA "TERMINARMOS AQUELA CONVERSA".
ELE ME DISSE QUE ME LEVARIA A UM MOTEL MAS É MEIO ESTRANHO DOIS HOMENS ENTRAREM EM UM MOTEL MAS FOIA COISA MAIS NATURALE FÁCIL DE SE CONSEGUIR...O LOCAL ERA MEIO VELHO E ACABADO MAS JA ESTAVA ALI E NÃO VOLTARIA ATRÁS.
SUBIMOS PRO QUARTO E EU TREMENDO MUITO DE NERVOSISMO E ELE ME DISSE PRA ME ACALMAR E ME AGARROU E COMEÇOU A ME BEIJAR ENFIANDO AQUELA LÍNGUA NA MINHA BOQUINHA. SENTI UM POUCO DE NOJO NA HORA MAS ACAABEI GOSTANDO E COLABOREI COM AQUELE BEIJO.
ENTRAMOS NO QUARTO E ELE DISSE O QUE EU GOSTARIA E FAZER PRIMEIRO. EU MEIO SEM SABER O QUE FAZER AFINAL IRIA DAR O CUZINHO PRA ELE A TARDE TODA DISSE QUE TINHA UMA SURPRESA PRA ELE.
E FUI AO BANHEIRO COM MINHA MOCHILINHA E QUANDO EU VOLTEI ELE SE SURPREENDEU POIS EU ESTAVA USANDO AQUELA CALCINHA QUE JA CITEI UMA MEIA CINTA LIGA UM COURPETE BEM APERTADO E UM SHORTINHO TODO DE RENDINHA PRETA. ELE AO VER EU UM VERDADEIRO MONUMENTO TRANSFORMADO EM SUA FRENTE JA TIROU A ROUPA E EU PERCEBI AQUELA PICA DE 18 CM BEM GROSSA LATEJAR DE TESÃO POR MIM, ELE SE APROXIMOU E COMEÇOU A ME BEIJAR PERCORRENDO SUA MÃO PELO MEU CORPINHO DE MENINA E APERTANDO MINHA BUNDA (QUE É GRANDE E TEM 105 CM) E COMEÇOU A ABAIXAR   MEU SHORTINHO DE RENDA.
EU JA FUI ALISANDO SEU PAU QUE LATEJAVA FORTE DE TESÃO EM MINHA MÃO. EU QUE JA ESTAVA TOMADO POR UM FOGO E UMA ENORME VONTADE DE SENTIR AQUELE NERVO ARRANCAR MEU CABACINHO COOMECEI A CHUPAR FRENETICAMENTE E ELE ADORAVA ME CHAMANDO DE BICHINHA E DE TRAVESTISINHO GOSTOSO EU CHUPAVA COM A MAIOR BOA VONTADE INDO DA CABEÇA ATÉ AS BOLAS. DEITAMOS NA CAMA E COMEÇAMOS A FAZER UM DELICIOSO 69 ELE LAMBIA MEU CUZINHO E ENFIAVA O DEDINHO E EU ADORAVA E REBOLAVA EMPINANDO O BUMBUM.
CHUPEI DURANTE UNS DEZ MINUTOS E ELE EXPODIU EM GOZO ENCHENDO MINHA GARGANTA DE PORRA QUENTE E GOSTOSA QUE EU ENGOLI ATÉ A ULTIMA GOTA COM A MAIOR SATISFAÇÃO.
AÍ SAÍMOS DAQUELA POSIÇÃO E ELE DISSE QUE ESTAVA NA HORA DE ME COMER E FOI BUSCAR UM POTINHO COM VASELINA. ELE PASSOU EM TODA A CABEÇA DO PAU E NO MEU REGUINHO TODO BABADO, EU ENTREI EM POSIÇÃO DE QUATRO E EMPINEI A BUNDA AO MÁXIMO FOI QUANDO ELE SE POSICIONOU ATRÁS DE MIM E COMEÇOU A FORÇAR A ENTRADA COM SEU MASTRO GROSSO NA PORTINHA DO MEU REGO, QUANDO ENTROU A CABEÇA EU GEMI DE DOR MAS ELE FOI EXTRAMAMENTE CARINHOSO E FOI DEVAGR ATÉ QUE ENTROU TUDINHO AQUELE PINTO DELICIOSO E AI FOI SÓ RELAXAR DE VEZ. QUANDO EU PERDI A RESIATENCIA À DOR PEDI PRA ELE COMEÇAR A BOMBAR EM MIM ELE COMEÇOU ENTÃO A BOMBAR A ESTOCAVA CADA VEZ MAIS FORTE E EU CADA VEZ MAIS EXCITADINHO COMECEI A REBOLAR DE QUATRO NAQUELE PAU E PEDI PRA QUE ME DESSE LEVES TAPINHAS E QUE ME XINGASSE DE BICHINHA E TRAVESTI, ELE ATENDEU O PEDIDO E COMEÇOU CADA VEZ MAIS FORTE E EU GEMIA DEIXANDO ELE CADA VEZ MAIS LOUCO.
PEDI ENTÃO PRA ELE DEITAR PQ AGORA EU IRIA CAVALGAR FEITO PUTA NAQUELE CACETE. ELE ENTÃO DEITOU E EU FUI POR CIMA E COMECEI A ESCORREGAR NO PAU DELE E FUI CAVALGANDO CADA VEZ MAIS FORTE E RÁPIDO ELE E ELE APERTANDO CO UMA DAAS MÃOS MINHA BUNDA E COM OUTRA MEUS PEITO QUE NÃO EXISTIA E DIZIA QUE EU ERA A FEMEA DELE, O MOVIMENTO FOI FICANDO CADA VEZ MAIS RÁPIDO QUE ELE EXPLODIU EM GOZO E ME ENCHEU DE PORRA NO CUZINHO QUE PARECIA UMA MANGUEIRA ME LAVANDO POR DENTRO, DESABEI SOBRE ELE BEIJANDO-O E SAÍ DE CIMA E FOMOS TOMAR UM BANHO ONDE ELE ME COMEU NOVAMENTE E ME CHUPOU PRA QUE EU TB PUDESSE GOZAR.
NA HOR DE IR EMBORA ESTÁVAMOS NA ESTAÇÃO DO BRÁS E EU COMECEI A SENTIR UM FORTE TESÃO PEDI PRA QUE ME ACOMPANHASE ATÉ O BANHEIRO ONDE ENTRAMOS E EU COMECEI A CHUPAR ELE DE NOVO E LEVEI FORTES ESTOCADAS SOBRE A PRIVADA.
PEGAMOS RUMOS DIFERENTES E FOMOS PARA CASA, MAS RARAMENTE NOS VEMOS PQ ELE É CASADO E MANTÉM UM LADO FAMÍLIA.
SE VC GOSTOU DESSE CONTO NÃO DEIXE DE ME ESCREVER
TENDEREI A TODOS COM O MAIOR PRAZER E RELATAREI OUTRAS EXPERIENCIAS QUE TIVE COM EDIVALDO.
BEIJOS E ATÉ
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Relatos Eróticos / Como tudo começou...
« Última mensagem por Paula em 20 de Novembro de 2020, 02:43 »
Meu no me verdadeiro e Ricardo tenho 21 anos, tenho 1,70 cabelos e olhos castanhos uns 70 kg. Bom vamos ao que interessa quando eu estudava em um colegio particular e estava sempre com uma amiga nos eramos muito unidos, todos ate diziam que eramos namorados mais nao tinha nada a ver mesmo, ficamos nessa amizade durante uns 6 meses ate um dia nossos pais viajaram e ficamos sozinhos estavamos na casa dela assistindo televisao quando comecou a passar um programa sobre travestis e ela falou bem que vc poderia ser mulher ne pois assim ficaria mais facil para conversarmos sobre roupas e sobre os rapazes, eu sorri apenas. Apos isso ela sempre tentava me fazer vestir as roupas dela, comecou a falar mais de homens para mim e tudo mais, ate que um dia ela me propos uma coisa uma aposta se eu perdesce teria que me vestir de mulher quando estivessemos sozinhos, aceitei a aposta, no fim eu perdi, isso foi umas 2 semanas antes do carnaval. Uma semana antes do carnaval ela me convidou para ir para Fortaleza passar o carnaval la na casa dela topei mais nem imaginava o que estava por vir, essa semana antes do carnaval, passei me vestido de mulher durante algumas horas dos dias junto dela conversando e agindo como uma garota. Um dia antes de irmos ela me ligou falando que era para eu arrumar a mala que ela ia passar em casa para pegar pois ela morava proximo ao aeroporto e sia mais facil deixar la. No dia seguinte peguei minha mala na casa dela e fomos para Fortaleza, na ida ela falou que tinha preparado uma surpreza para mim que nos iamos em alguns bailes e que ela queria que eu fosse de mulher disse que nao teria coragem, chegando la pegamos nossas malas e fomos para a casa dela chegando la ela me mostrou onde era meu quarto e disse que eu fosse tomar banho que ela ia arrumar minahs coisas no armaria, aceitei e fui, a hora qeu eu sai do banho sobre a cama estava uma calcinha fio dental preta, um shortinho curtissimo de lycra preto, uma baby look branca e sandalia melissa de salto alto cristal, fui ate o armario e quando abri so havia roupas de mulher, fui falar com ela e pedir minhas roupas mais ela tinha tirado toda minha roupa e deixado na casa dela a minha mala estava cheia de roupas femininas, entao aceitei e voltei para o banho e me depilei todinha, vesti as roupas e sai do quarto ela adorou ficamos falando sobre os garotos e sobre o que fariamos a noite entao ela me falou se nao queria vestir um biquini e tomar sol para ficar com marquinha de fio dental topei e ficamos no sol, quando entrei e me vi no espelho delirei de tesao com as minhas marquinhas, entao ela quiz pintar meu cabelo no comeco nao queria mais acabei deixando pintei de loiro fiquei uma graca pois nesta epoca tinha cabelos compridos abaixo do ombro, fez meu pe e mao, quando comecou a anoitecer ela me chamou para sair eu disse que nao iria daquele geito e ela falou que eu estava uma perfeita garota, aceitei e fomos nos trocar vesti uma calcinha fiodental, minisaia de lycra azul royal, uma blusinha preta justinha sandalia de salto cristal, maquiagem e fomos para a balada, era minha primeira noite em fortaleza e a primeira vez que saia asa ruas como uma garota. Pedimos um taxi e fomos ate um clube onde estava temdo baile de carnaval chegando la fui muito paquerada e levei algumas passadas de mao e tudo mais ate que um garoto lindo vei por tras de mim e me deu aquela acoxada fiquei um pouco sem graça mais ele era muito lindo entao deixei ele ali ele percebendo que eu nao tinah ligado comecou a passar a mao em mim e me paquerar derepente ele me virou e lascou um beijo na minha boca no comeco tentei resistir mais nao aguentei e retribui, ele nao parou de me beijar e passar a mao na minha bunda e pernas e me chamando de gatinha gostosa, quando percebi ja estava com a mao dentro do shorts dele entao ele me convidou para dar uma volta falei que nao poderia pois estava com uma amiga entao ele disse que tinha um amigo e poderiamos sair todos juntos topei e fomos dar uma volta minha amiga estava ficando com o amigo dele e eu com ele, nao sei se pelo efeito da bebida topamos deixar eles nos levarer embora, quando entramos no carro eu e meu gatinho fomos atras e minha amiga na frente com o amigo dele, estavamos nos beijando quando vi que minha amiga estava fazendo um boquete pro cara enquanto ele dirigia ate a casa dela, nisso ela virou para mim e falou faz tambem que vc vai gostar nisso o Fabio que estava comigo tirou o pau para fora e colocou minha mao no pau dele eu meio sem graça fiquei batendo uma punheta para ele ate que ele falou no meu ouvido chupa meu pau aninha chupa que eu sei que vc vai gostar nao resisti e cai de boca naquele pau, nossa que delicia chupar, chupei ate ele gozar na minha cara um que delicia nisso chegamos e eles foram em bora falando que voltariam no dia seguinte para sairmos juntos nos aceitamos com o maior prazer... mais isso e outra historia ja...Foi assim que tudo comecou...
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