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Numa população de mulheres cada vez com mais idade, não é fácil determinar a efetiva repercussão dos fibromiomas na reprodução, visto que com os anos a fertilidade diminui e a probabilidade de desenvolvimento de miomas uterinos aumenta



Com o adiamento cada vez mais habitual da idade de concepção, é indiscutível a relevância que esta patologia tem numa consulta de ginecologia / infertilidade. Existem várias razões pelos quais os fibromiomas podem afetar a fertilidade:

– Modificação da contractilidade uterina com intromissão na motilidade dos embriões e gâmetas (espermatozóides e ovócitos).

– Interferência no endométrio, com deformação da cavidade uterina, compromisso da vascularização e libertação de substâncias inflamatórias, interferindo todos estes elementos com a progressão dos espermatozóides e a implantação dos embriões.

– Perturbação da anatomia com distorção da cavidade uterina e obstrução das trompas.

As técnicas utilizadas nos tratamentos de infertilidade superam a questão do transporte dos gâmetas, sendo assim fundamentais os aspectos que prejudicam a implantação. Desta forma o impacto dos fibromiomas na gravidez e o seu tratamento deve ser analisado dependendo se a gestação pode acontecer naturalmente ou exclusivamente com o auxílio de técnicas de Procriação Medicamente Assistida (PMA).

O número, o tamanho e a localização dos miomas vão interferir de forma diferenciada na resposta reprodutiva, assim é funcional compartimentar os fibromiomas com base na sua localização e se vão ser utilizadas ou não técnicas de PMA.

Actuação nos casos de infertilidade sem necessidade de terapêuticas de PMA


a) Fibromiomas subserosos – não há estudos que permitam analisar o efeito deste tipo de miomas e da sua remoção cirúrgica na gravidez espontânea.



b) Fibromiomas submucosos – os estudos científicos comprovam que este tipo de miomas tem um impacto desfavorável no sucesso da gravidez. Assim a miomectomia histeroscópica nalguns tipos de fibromiomas (tipos 0 e 1) melhora a taxa de gravidez e diminui a incidência de aborto espontâneo.



c) Fibromiomas intramurais – publicações científicas mais recentes têm demonstrado igualmente um efeito negativo deste tipo de miomas na gravidez natural, contudo ainda não está perfeitamente estabelecido a importância do número e das dimensões dos fibromiomas. Contudo alguns estudos parecem indicar que a remoção de miomas com mais de 5 cm melhora as taxas de gravidez.




Atuação nos casos de infertilidade com necessidade de terapêuticas de PMA
Na realidade não existe um número suficiente de estudos e trabalhos científicos de qualidade que possibilitem encontrar respostas para as principais perguntas relacionadas com este tema. Assim o impacto dos fibromiomas uterinos nas taxas de gravidez e a melhor conduta a ter na sua presença mantém-se um assunto pouco consensual dentro comunidade médica.

É importante salientar que a remoção cirúrgica de miomas uterinos deve ser muito bem ponderada, visto que pode resultar na formação de aderências pélvicas extensas e de danos à integridade da cavidade uterina, sendo por isso o principal procedimento com riscos para a integridade e viabilidade do útero.

Novos tratamentos dos fibromiomas no âmbito da Medicina de Reprodução
A Embolização das Artérias Uterinas é actualmente uma técnica não recomendada na terapêutica dos fibromiomas uterinos no âmbito da área da infertilidade, quer nas situações de gestação espontânea quer no contexto da PMA (estudos recentes demonstraram que a vascularização e a função do ovário podem vir a ficar afectadas, assim como pareceu haver mais complicações nas gravidezes subsequentes com este procedimento).

Em relação ao Acetato de Ulipristal (o mais recente medicamento utilizado nesta área terapêutica) ainda não existem estudos suficientes sobre a repercussão da sua utilização na reprodução humana, sendo ainda desconhecidos os efeitos que as perturbações no endométrio características do seu uso terão na implantação embrionária e nas taxas de gravidez.

In: https://mood.sapo.pt/infertilidade-e...as-uterinos/2/
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Todos os meses, há mulheres atacadas por uma forma extrema e severa da chamada tensão pré-menstrual que pode levá-las a pensar no suicídio. Um transtorno físico que, contudo, continua a ser visto como uma mera psicose por muitos profissionais de saúde.

Estamos a falar do Transtorno Disfórico Pré-menstrual (TDPM), uma desordem que só foi reconhecida, oficialmente, pela medicina no início deste Século.
Esta doença ginecológica afecta entre 5% a 8% das mulheres, em idade fértil, e constitui uma forma aguda da chamada tensão pré-menstrual, com sintomas semelhantes, mas mais intensos, nomeadamente irritabilidade, depressão, sentimentos suicidas, insónia e falta de apetite.

“Bruxas” na Idade Média, “psicóticas” na actualidade

A TPDM é contudo, ainda encarada por muitos profissionais de saúde como uma psicose ou como um mal-estar relacionado com a ansiedade, pelo que há mulheres que sofrem do transtorno que chegam a ser internadas em hospitais psiquiátricos.
Foi esse o caso de Sarah, uma mulher de 23 anos que conta à BBC que passou um ano inteiro a entrar e a sair de uma clínica psiquiátrica para adolescentes, depois de ter sido diagnosticada com desordem bipolar aos 13 anos de idade.
Sarah diz que começou por sentir “ansiedade e depressão” e, com o prolongar do problema, “psicose – via coisas e ouvia coisas – e mania”.
O seu caso foi assim, diagnosticado como um mal do foro psiquiátrico quando, na verdade, ela padece de TDPM.
“Como os sintomas são cíclicos, os psiquiatras, por vezes, acreditam que é um transtorno bipolar e então, os pacientes seguem um tratamento, durante anos, com terapias e anti-psicóticos como o lítio“, explica na BBC o especialista de ginecologia John Studd.
Foi esse o caso de Rachel, de 35 anos, outra mulher ouvida pela BBC que tomou anti-depressivos, ao longo de anos, prescritos contra a ansiedade e que quase acabou internada num hospital psiquiátrico.
O psiquiatra que a seguiu continua a dizer que Rachel sofre da doença bipolar e um médico chegou a dizer-lhe que, na Idade Média, seria, provavelmente, queimada na fogueira como bruxa.
No caso de Laura, de 38 anos, a TDPM afectou tão negativamente a vida dela, levando-a até a não conseguir manter um emprego estável, que ela está a preparar-se para fazer uma histerectomia, ou seja, remover o útero e os ovários, para cortar o mal pela raiz, conforme relata à BBC.

Estudo aponta para problema genético

Os tratamentos mais habituais e adequados para a TDPM incluem a hormona estrogénio para “dominar o ciclo [menstrual] e os sintomas cíclicos”, explica Studd.
Mas um estudo publicado na revista Molecular Psychiatry, no início de 2017, veio dar um empurrão a um potencial novo tratamento para o problema, depois de ter concluído que a TDPM pode ser causada pela genética.
Investigadores dos NIH, Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, detectaram um grupo de genes, nas mulheres que sofrem de TDPM, que afecta o modo como as hormonas sexuais interagem com outros genes.
“Descobrimos uma expressão desregulada no complexo de genes suspeito que acrescenta provas de que a TDPM é uma desordem de resposta celular ao estrogénio e à progesterona”, explica um dos investigadores do estudo, Peter Schmidt, no site dos NIH.
“Aprender mais sobre o papel deste complexo de genes conserva a esperança para um tratamento melhorado de tais transtornos prevalentes de humor relacionados com o sistema endócrino reprodutivo”, acrescenta Schmidt.
“Trata-de se um grande momento para a saúde das mulheres porque estabelece que as mulheres com TDPM têm uma diferença intrínseca, no seu aparelho molecular, para responder às hormonas sexuais – não apenas comportamentos emocionais que deveriam ser capazes de controlar voluntariamente”, releva por seu turno outro dos co-autores do estudo, David Goldman, também citado no site dos NIH.

In: https://zap.aeiou.pt/transtorno-pre-...iatrico-161465
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Consultório Sexual / Está a tomar o contracetivo certo? Conheça os novos critérios da OMS
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:45 »
Sofre de cefaleias, náuseas, hemorragias irregulares, mas não percebe porquê? A resposta pode estar no método contraceptivo que está a usar. A Organização Mundial de Saúde alterou recentemente os critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e, neste Dia Mundial da Contracepção, um ginecologista explica-nos tudo.

O método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres portuguesas e o método sobre o qual as mulheres afirmam ter um maior conhecimento continua a ser a pílula. No entanto, cerca de 34% das mulheres procura uma mudança de método contraceptivo devido à má adesão e aos efeitos adversos que as mesmas proporcionam, como indica o último inquérito referente às práticas contraceptivos das mulheres portuguesas desenvolvido pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa da Contracepção.


Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alterou os critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e classificou as suas indicações conforme o perfil de cada mulher. Estes critérios indicam, por exemplo, que a pílula de contracepção oral só com progestativo passa a ter indicação reforçada nas mulheres que apresentam queixas e efeitos secundários pelo uso de pílulas com estrogénio.

Terão todas as mulheres conhecimento destas alterações? Estarão as mulheres portuguesas a utilizar o método contraceptivo mais adequado ao seu perfil? Vitor M.M.Gomes, médico obstetra-ginecologista, explica-nos tudo sobre estas alterações.

A Organização Mundial de Saúde alterou recentemente alguns dos critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e classifica as indicações dos métodos conforme o perfil de cada mulher. O que isto significa?

Cada mulher deve procurar informação e rever o método contraceptivo, de acordo com a etapa de vida em que se encontra, junto da sua consulta de planeamento familiar ou de ginecologia. As recomendações revistas na quinta edição dos critérios de elegibilidade da OMS passaram a incluir considerações mais diferenciadas quanto a várias opções contracetivas # Pílula combinada e: idade; pós-parto e aleitamento materno; doença venosa superficial; dislipidémia (colesterol e triglicerídeos elevados), # Contracepção só com progestativo (oral ou dispositivo intrauterino) e: aleitamento materno, #Contracepção de emergência e: mulher obesa, # DIU e: risco de doenças sexualmente transmissíveis, # Contracepção hormonal e infecção a HIV/SIDA e associação a terapêutica antirretroviral. Esta revisão permite alterar algumas estratégias e adaptar a cada mulher o método de acordo com essas recomendações.


Quais os tipos de pílulas que existem? Como se explica as diferenças e objectivos de cada uma?

Inicialmente a contracepção hormonal combinada oral (COC) era baseada na administração por via oral de hormonas sintéticas, em dosagens diárias bem mais elevadas do que as usadas hoje. O mecanismo de acção dos COC, essencialmente, consiste na inibição da ovulação, sendo o componente progestativo o responsável pelo seu efeito contraceptivo e o componente estrogénico responsável, sobretudo, pelo controle das perdas hemáticas vaginais (controlo do ciclo) e pela potenciação da ação do progestagénio. A progesterona endógena produzida no ovário, pelo corpo lúteo, tem propriedades antiestrogénicas, antiandrogénicas e antimineralocorticóides, os progestativos sintéticos prescritos na contracepção tendem a mimetizar estas propriedades.



A evolução da contracepção hormonal proporcionou alterações nos seus componentes hormonais com modificações na dose do etinilestradiol, introdução de estrogénios naturais, modificações no tipo de progestativo e na opção por diferentes vias de administração – oral, subcutânea, injectável – aumentando as alternativas como resposta às necessidades individuais dum método de contracepção, tendo como objectivo melhorar a tolerabilidade e a aceitabilidade, condicionando maior eficácia e eficiência contraceptiva.


As portuguesas continuam a preferir a escolha da pílula. Mas nem todas terão indicações para o fazer. Que mulheres não pode tomar a pílula contracetiva?
Antes do aconselhamento contraceptivo é essencial uma avaliação clínica, com história clínica completa de modo a esclarecer algum sintoma ou patologia que possa definir a não elegibilidade de um determinado método. Para a grande maioria das mulheres todos os métodos são elegíveis e cabe ao clínico dar a informação adequada, de modo a que a mulher possa fazer a sua opção. A disponibilidade dos diversos métodos permite adaptar a cada mulher a melhor solução para as suas características contraceptivas. O grande objectivo é evitar uma gravidez não desejada e permitir o planeamento da procriação de acordo com o desejo do casal.

Como se estuda o perfil de uma mulher para saber qual o método adequado?
É muito importante que exista um aconselhamento médico independente de ser ginecologista ou ter outra especialidade: medicina familiar ou pediatria. Os principais requisitos são o tempo/disponibilidade para ouvir a mulher e a capacidade de transmitir informações claras, de qualidade, que identifique os riscos, vantagens e desvantagens de cada método, e assim ajude a mulher a decidir qual o melhor método para si. A ideia que tem de ser o médico a escolher o método está totalmente ultrapassada, devendo ser a utente, após informação de qualidade, que escolhe um método que melhor se adapte às suas expectativas, modo de vida e responda aos seus receios e preocupações.
Qual a percentagem (%) de utilização dos vários métodos contraceptivos pelas portuguesas?

O método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres portuguesas e sobre o qual as mulheres afirmam ter um maior conhecimento continua a ser a pílula combinada. No entanto, cerca de 34% das mulheres procuram mudar de método contraceptivo devido a uma má adesão e a efeitos indesejáveis que podem ocorrer, como se indica no último inquérito referente às práticas contraceptivas das mulheres portuguesas desenvolvido pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa de Contracepção.

Existe uma crença de que o aumento do número de cancros da mama, diagnosticados, se possa relacionar com o elevado número de mulheres que tomam a pílula durante muitos anos. Haverá relação?
De acordo com os dados epidemiológicos disponíveis, atualmente, não parece haver relação direta entre as duas situações. Os cuidados no rastreio do cancro da mama quer a mulher faça ou não contraceção hormonal devem ser mantidos. Dissipados os receios oncológicos mantém-se como preocupação importante a relação entre o uso da contraceção hormonal com o seu potencial risco de eventos cardiovasculares: trombo-embolismo (TEV) quer a trombose venosa profunda quer a embolia pulmonar (TEP), sendo no entanto esse risco absoluto reduzido merecendo uma atenta atenção prévia à história clinica da mulher, pessoal e familiar, para reduzir esse risco.

Outra grande dúvida é relativa ao uso de uma pilula, continuamente, sem interrupção. Poderá prejudicar a saúde da mulher? Ou até poderá oferecer benefícios?
Entre os mais recentes critérios de elegibilidade para os métodos contracetivos apresentados pela OMS, verifica-se que a contraceção só com progestagénio – oral, subcutânea ou injetável – pode ser utilizada por qualquer mulher que prefira uma contraceção hormonal de uso contínuo e que não exija a obrigatoriedade de uma hemorragia mensal previsível. Esta opção contracetiva deve passar a ser recomendada como uma primeira escolha para a mulher que apresente risco de doença cardiovascular – tenha hipertensão ou algum dos tipos de diabetes, mulheres com hábitos tabágicos e que tenha mais de 35 anos e ainda, mais especificamente, para a mulher no pós-parto que quer amamentar naturalmente, durante o periodo de 6 meses após o parto, ou ainda para aquelas que apresentem intolerância, reservas ou contraindicações ao uso de estrogénios.
Quais os efeitos secundários mais comuns da toma da pílula, no organismo da mulher?
A maioria das mulheres em idade reprodutiva é saudável e para além de uma ótima eficácia contracetiva a ação terapêutica do uso da pílula oferece benefícios não contracetivos, que são muito valorizados pela mulher, com destaque para a sua ação na pele. Há uma percentagem relativamente pequena de mulheres (≈ 5%) que manifestam inicialmente alguns sinais de intolerância, nomeadamente náuseas, tensão mamária, cefaleias e edemas, mas cuja incidência vai diminuindo com a duração do seu uso.

A pílula é uma aliada ou inimiga da saúde feminina?
A pílula é sem dúvida um forte aliada na saúde feminina, sendo muito importante na prática salientar os benefícios não contracetivos destes métodos, nomeadamente o controlo das hemorragias menstruais e da regularidade dos ciclos menstruais, a melhoria da dor menstrual, da acne, entre outros. Estes podem ser uma grande mais-valia para a manutenção da utilização do método contracetivo. Na realidade, a mulher aprecia esses efeitos positivos inerentes aos contracetivos.


Contraceção Oral só com Progestativos – Novas indicações:


Mulheres com mais de 35 anos de idade
Mulheres cm excesso de peso e/ou obesas
Fumadoras
Mulheres em situação de pós-parto


Contraceção Hormonal Combinada e os efeitos indesejáveis dos estrogénios:


Náuseas e Vómitos
Cefaleias
Mastodinia
Hipertensão
Alterações de Coagulação


In:https://mood.sapo.pt/estara-a-tomar-...acetivo-certo/
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Consultório Sexual / Mulheres que usam contracetivo intrauterino correm menor risco de cancro
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:45 »
As mulheres que usam dispositivos intrauterinos (DIU) como método contracetivo correm menor risco de cancro do colo do útero, o terceiro tumor maligno mais comum em mulheres, avançam cientistas norte-americanos.

O risco de cancro do colo do útero para as mulheres com DIU é um terço mais pequeno do que para as mulheres que não usam este dispositivo, segundo uma revisão publicada esta semana na revista médica Obstetrics and Gynecology, que analisou 16 estudos feitos com base em dados de 12.000 mulheres.
"O padrão [de diminuição de risco] que encontrámos é impressionante. Não é nem um pouco subtil", comenta a autora principal do artigo, Victoria Cortessis, professora associada de medicina clínica preventiva na Keck School of Medicine na Universidade do Sul da Califórnia.

"A possibilidade de uma mulher controlar o risco de cancro ao mesmo tempo em que toma decisões contraceptivas pode ser muito impactante", acrescentou.
Duas opções em análise
Os investigadores não têm certeza por que motivo o risco deste tipo de cancro diminui nas mulheres com DIU, mas uma das teorias é que esses dispositivos estimulam uma resposta imunitária que ajuda a combater infeções causadoras de cancro, como o vírus do papiloma humano (HPV).
Outra possibilidade é que, quando estes dispositivos são removidos, as mulheres são sujeitas a raspagens que removem células pré-cancerosas e que podem degenerar em tumores.

In: Mulheres que usam contracetivo intrauterino correm menor risco de cancro | SAPO Lifestyle
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Consultório Sexual / Lubrificantes
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:44 »
Quando fazemos sexo com nosso parceiro não é sempre que estamos devidamente lubrificadas, o que costuma trazer muita dor e incómodo durante a penetração. É nesse momento que se torna necessário o auxílio de uma lubrificação externa. Por isso sempre vale a pena saber como escolher um bom lubrificante íntimo.
Entre as diversas opções no mercado, os melhores e mais comuns são os lubrificantes à base de água. Eles são os mais adequados para a maioria das situações porque não apresentam risco de alergia, muito menos qualquer infecção, e também porque caem super bem com a camisinha, sem prejudicar em nada a performance ou ter alguma reacção estranha com o látex do preservativo. Por outro lado, nos quadros de secura vaginal, a melhor alternativa seria o uso de um lubrificante à base de silicone,  por durar mais tempo na vagina e também por ajudar no deslize durante a penetração.
Se você é daquelas que gosta de apimentar a relação trazendo novidades, também é possível usar os lubrificantes com sabor. São ideais para quem gosta de sair do convencional e amam fazer um sexo oral, já que esses lubrificantes ajudam na salivação e também trazem um sabor diferente, principalmente para quem não gosta muito dos sabores, digamos, naturais. As opções são variadas, indo desde frutas mais comuns como morango até outros sabores mais exóticos, como limão ou café. Nessa mesma linha de lubrificantes diferentes, também existem os que provocam sensações, como efeito de frio ou quente. Esses ajudam a apimentar ainda mais as sensações e despertar novas experiências.
Agora, se sua intenção é realizar o sexo anal, é interessante que procure um lubrificante específico para essa prática. Em geral, eles são um pouco mais gelatinosos e são feitos para durar mais tempo, pensando justamente no fato do ânus não ter lubrificação própria. Além disso, outros lubrificantes para o sexo anal ajudam na dilatação da região, facilitando a penetração. Provavelmente você já deve ter ouvido a respeito de diversas outras opções para lubrificação, principalmente para o sexo anal, como a vaselina ou óleos,  mas é importante saber que essas opções não são boas. Além de sair com facilidade, eles também deixam resíduos. Já os lubrificantes à base óleo,  podem causar infecções e também danos ao preservativo. Por isso, sempre compre os lubrificantes em lojas especializadas e com profissionais que saibam recomendar adequadamente.

fonte: https://www.dasmariasblog.com/post/175892/como-escolher-um-bom-lubrificante-intimo
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Consultório Sexual / Como ter um relacionamento saudável
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:43 »
Viver a dois não é nada fácil e, para desvendar essa complexa tarefa, o  mineiro Ailton Amélio da Silva, pesquisador acadêmico sobre o assunto, acaba de lançar o livro “Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela” (Publifolha). Em dez capítulos, o autor procura mostrar os fatores que contribuem para o sucesso de um relacionamento e as condições psicológicas que levam ao fim de uma relação.Ailton revela ainda como a conversa pode contribuir para se ter uma relação amorosa mais duradoura e proveitosa, e explica como ter uma vida afetiva saudável. Para nortear a internauta, o iG conversou com o psicólogo do amor.Existe mesmo uma metade ideal? Ela é imutável?Ailton Amélio da Silva - Puro mito. Quem lhe interessa aos 18 anos provavelmente não interessaria aos 30. Vamos evoluindo psicologicamente, mudando nossos interesses, estamos sempre em processo de mudança. Amamos e nos apaixonamos diversas vezes. A metade ideal está relacionada à mitologia grega e por isso há essa crença tão grande. Há diversos tipos e modos de amar, não existe amor ideal ou perfeito. Amor é coisa viva, como aquele ditado do monociclo: se você parar de andar, cai.Que cuidado deve-se ter para não se enganar na hora de escolher o parceiro?Ailton Amélio da Silva - É necessário haver similaridade entre os parceiros para se relacionar, mas quando em excesso pode virar amizade. Então, tome cuidado para não namorar seu amigo. Uma certa diferença é sempre bem-vinda, por exemplo: tem que admirar o outro porque aí significa que ele tem qualidades ou atributos que não tenho e por isso elas são admiráveis. Mas também não há possibilidade de se amar e de se relacionar com pessoas muito diferentes. É necessário ter o mesmo grau de escolaridade, mesmo estilo de vida, os planos em comum. Não dá pra uma pessoa gastadeira dividir a vida com uma super econômica. Ou uma pessoa super sociável e que goste de sair ficar com alguém caseiro...Como as constantes transformações pessoais podem atrapalhar ou melhorar uma relação?Ailton Amélio da Silva - Um relacionamento deve ser saudável e atraente para que seja transformador. Vamos mudando, evoluindo psicologicamente. É preciso cultivar o prazer em estar com o outro de diferentes formas e em diversos momentos. Ter sempre admiração pela pessoa, objetivos, planos e meios de vida em comum.Ailton diz que é necessário haver similaridade entre os parceiros para se relacionar, mas quando em excesso pode virar amizadeComo manter a convivência sem cair no tédio?Ailton Amélio da Silva - Tem que ter atração e desejo, mas isso é só o primeiro passo. O mais importante é não querer mudar o outro. É necessário convivência. E não existe amor ou namoro aos finais de semana ou só em situações agradáveis. É necessário convivência em situações diferentes, em diferentes meios. Você precisa conhecer a família dele, o meio onde há vivência, os hábitos, etc. Não dá para namorar de fim de semana e se encontrar só em situações agradáveis... É claro que ninguém se conhece 100% e nem vai conhecer, mas é necessário tentar saber o máximo possível sobre seu parceiro. Em testes feitos com casais que estão juntos, às vezes até há mais de 15 anos, é comprovado que eles se conhecem só 50%.E o sexo, até que ponto é fundamental?Ailton Amélio da Silva - O sexo é essencial e pressuposto para que uma relação se mantenha, mas geralmente é muito mal aproveitado. O ato sexual é uma expressão de liberdade, confiança e as pessoas não sabem como usá-lo. É preciso sempre variar, inovar, e aproveitar o que o sexo tem de melhor! Não é necessário fazer todas as posições do kama sutra, usar fantasias ou chamar outra pessoa para variar. O casal tem que se seduzir e se aproveitar.Com modernidades como o swing, por exemplo, uma relação pode sobreviver?Ailton Amélio da Silva - Quando a moldura afetiva vai bem, tudo é permitido. Só não pode haver inversão de valores e achar que para a relação melhorar é necessário que haja sexo com outras pessoas e de maneiras diferentes. Se o casal está bem, se respeita, conversa sobre tudo, tem confiança um no outro, é possível sim chamar outras pessoas para transar, ir a casas de swing... Mas isso é para poucos, a relação tem de estar muito bem clara. Não são todas as pessoas que aguentam essas atitudes, por ciúme e outras questões.Como os/as solteiros (as) podem encontrar um novo amor?Ailton Amélio da Silva - Não há fórmula. É necessário conhecer muitas pessoas, sair, conviver com diferentes tipos de gente, ter coragem e não ser tão carente. Quem é carente acaba engolindo qualquer coisa para suprir a carência. Não ser tão ciumenta também, porque o ciúme não pode ser o principal, não pode mover a relação. Também é necessário se relacionar com pessoas com defeitos que não te afetem ou que não sejam muito irritantes para você. Lembre-se, você não vai mudar a pessoa!https://delas.ig.com.br/amoresexo/o-psicologo-do-amor-explica-como-ter-uma-relacao-saudavel-e-duradoura/n1237500776095.html
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O que gostavas de perguntar aos Homens? / O que leva um homem a trair?
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:31 »
Eu penso que o que leva um homem a trair é quando não existem sentimentos por parte de ele , ou apenas olha para a mulher como um "jogo" algo de momento para se satisfazer e depois não tem mais interesse .

Ou até mesmo estar farto de fazer sexo sempre com a mesma mulher , nem todos os homens aguentam isso a nível sexual , depois de algum tempo a olhar para o corpo da mesma mulher e depois de o conhecer , alguns já não se sentem tão excitados.


Discussões , alguns homens depois de ter um discussão sentem raiva e tentam infligir dor há pessoa fazendo sexo com outra .

Terem um grande apetite sexual e não se sentirem satisfeitos , ou até mesmo se sentirem atraídos por todas as mulheres que tenham algo que os excita


Eu no meu caso só parto para a traição quando a pessoa me faz o mesmo , ou não fala comigo e é de poucas palavras e não demonstra grande interesse , se a pessoa não se importa em tornar as coisas mais interessantes eu também não , quando se quer uma coisa tem que se saber agarrar e como o ditado diz "nunca tomes uma pessoa por certa na tua vida" luta por ela todos os dias
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O que gostavas de perguntar aos Homens? / Que tal um Swing ?
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:30 »
E se a vossa parceira, vos dissesse que gostaria de experimentar swing...

Aceitariam?
Estariam dispostos a experimentar?????

Eu sim!  :-*
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O que gostavas de perguntar aos Homens? / Quantas conseguem dar?
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:27 »


Li um estudo que dizia o seguinte:
Em média, um homem pode chegar a ter 11 erecções por dia  ;D
 
Claro que não acredito nessa  ;D mas digam lá: quantas conseguem dar?  ;D
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O que gostavas de perguntar aos Homens? / transar a três
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:27 »
Porque os homens adoram transar com duas mulheres ou mais?
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