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Dominação e Submissão / Dominatrix
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 16:37 »
Dominatrix (do latim "dominatrix", que significa "mulher dominadora" ou "mestra") é uma mulher que exerce o papel "dominadora" em práticas de BDSM.


A Dominatrix profissional é a que exerce a profissão de realizar as fantasias de clientes submissos.

Elas podem também ser dominatrix no seu quotidiano, possuindo "escravo pessoal" sem compromisso profissional.

Muitas são apenas profissionais, e seguem esse emprego apenas pelo alto-pagamento… sem um real comprometimento com a cultura BDSM.

Porém ainda existem aquelas que colocam o fetiche de forma consistente e responsável, fazem por prazer e não atendem o seu submisso. E sim são atendidas.

Fazem a PRÓPRIA vontade, mas respeitando os limites do submisso. Colocando a relação D/s como deve ser. E apenas por investir nisso (tempo e dinheiro) cobram.

Mas a veracidade/intensidade da sessão é a mesma.

Deve-se lembrar que o BDSM profissional não deve ser considerado prostituição, pois dominatrizes profissionais não estabelecem contactos sexuais com seus clientes.
Já que a Dominatrix toca no submisso, e o submisso não toca nela. E já que fetiche também não se resume em sexo.


A Dominatrix não-profissional, exerce a função de dominadora em seu quotidiano, ou seja, tanto dentro quanto fora de um quarto, com um escravo pessoal, que pode ser seu amigo/namorado.
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Dominação e Submissão / Switchers
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 16:36 »
Em BDSM algumas pessoas definem-se como Switchers porque sentem prazer em estar dos dois lados da equação BDSM.
O mais comum é assumirem papéis de “Top” numa determinada altura e papéis de “bottom” noutra, dependendo das circunstâncias, com quem interagem e do seu estado de espírito.
Tem constituído objecto de discussão no seio da comunidade o desempenho, pela mesma pessoa, de papéis opostos.
No fundo, como é que um switcher consegue sentir prazer em Dominar e, noutras situações, tirar prazer de uma submissão?

Numa relação D/s fechada, entre dois parceiros há a tendência para que cada um mantenha, sempre, as suas características intrínsecas de Dominante e submisso, pois é assim que naturalmente se satisfazem. No entanto, em relações abertas, não é menos verdade que alguém possa ser submisso de um determinado Dominador mas que seja Dominador de um outro submisso.

Convém ainda salientar que, pelo facto de existirem Dominadores que retiram prazer de sensações habitualmente atribuídas aos submissos, não quer dizer que percam as suas características e deixem de ser dominantes. Do mesmo modo, se um submisso participar numa sessão de “spanking”, como parte ativa, não significa que seja Dominador ou Switcher.
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Dominação e Submissão / Sim Mestre...
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 16:35 »
Em BDSM consideramos que alguém é Mestre, quando esse alguém é muito conhecedor e muito experiente numa determinada prática.
Muitos Mestres optam por ensinar a sua experiência mas, há outros, que se limitam a demonstrá-la com o intuito de incentivar outros a encontrar o seu próprio caminho.
Há Mestres que desempenham unicamente funções de Top porque não têm nem submisso, nem escravo para estabelecerem uma relação.
Se um Mestre tiver um submisso é Mestre e Dominador, se tiver um escravo é Mestre e Dono.

Muitas vezes a figura de Mestre é confundida, erradamente, com a de Mentor.
Um Mentor não tem de ser um Dominador, poderá ser um submisso.
Um Mentor é alguém que pela sua sabedoria e experiência se disponibiliza para discutir, aprofundar e divulgar a cultura BDSM, a todos aqueles que o procurem (submissos, Dominadores, curiosos) quer seja para esclarecer dúvidas, escutar uma opinião, ou procurar um caminho.
Será uma pessoa conceituada no meio que estudou e estuda muito, sendo reconhecido como um criador e formador de opiniões.
Uma figura fundamental para o bom desenvolvimento e crescimento de uma comunidade BDSM.
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Dominação e Submissão / Personalidades da dominação e submissão
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 16:35 »
A pessoa que é a dominadora numa relação de dominação e submissão gosta do poder, de mandar no outro e vê-lo ser obediente. Mas, mais do que isso, o dominador genuíno cuida do seu parceiro submisso. Tenta protegê-lo, ensiná-lo e guiá-lo pelo caminho do prazer que ambos querem sentir.


Já o submisso é aquela pessoa que sente prazer em ser mandado e guiado numa relação sexual. Para ele, satisfazer o outro é o mais importante e nesse sentido ele acaba se satisfazendo física e psicologicamente.


Mas o submisso também tem voz numa relação de dominação e submissão. O dominador só vai até onde ele permitir. O ir e vir é guiado por gestos e sons durante o ato sexual, portanto, se em algum momento o dominado sentir-se desconfortável, pede para parar.


Há ainda aqueles chamados de switcher, ou seja, que por vezes são dominadores e em outras agem de forma submissa. Numa relação de D/s bem estruturada isso é perfeitamente possível, mas é preciso que a personalidade dos envolvidos também permita que essa troca de atitude aconteça.
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Gay / Fudendo meu melhor amigo
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 02:58 »
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Gay / TIO PEGANDO SOBRINHO NOVINHO
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 02:57 »
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Gay / Joshua Armstrong
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 02:56 »
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Gay / Thiago Martins
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 02:55 »
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Gay / Comi o Medico - HOTBOYS
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 02:55 »
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Consultório Sexual / DST ( Doença Sexualmente Transmissivel )
« Última mensagem por Paula em 26 de Outubro de 2020, 18:47 »
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são doenças causadas por vírus, bactérias ou outros micróbios que se transmitem, principalmente, através das relações sexuais sem o uso de preservativo com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.

Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher. E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.

Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da Aids, o HIV. Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A Aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da Aids, também na amamentação.

O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão dessas doenças.
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