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"Gays" / Se não é doença, então é o quê?
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:59 »
Uma orientação sexual. De acordo com os pesquisadores, a APA e a OMS, não há evidências de que ser gay possa trazer qualquer questão que justifique a classificação como doença.

"O que vem sendo comprovado dentro das pesquisas, tanto em psicologia como em outras áreas, é que a homossexualidade é uma orientação sexual tão saudável quanto a heterossexualidade ou a bissexualidade", diz o psicólogo Edson Defendi.
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"Gays" / A homossexualidade é considerada uma doença?
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:58 »
Não. Desde 1973, a Associação Americana de Psiquiatria (APA, sigla em inglês) retirou a homossexualidade da lista de doenças. Depois, o órgão foi seguido por uma série de entidades de saúde.

Em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) seguiu as observações dos pesquisadores. No Brasil, o CFP também adota essa visão. O termo homossexualismo - com ISMO no final - passou a ser considerado pejorativo, já que o sufixo remete à classificação como doença.
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"Gays" / Por que homens ‘hetero’ fazem sexo com outros homens?
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:57 »




Sim, você leu certo: homens que fazem sexo com outros homens e não são homossexuais. É mais habitual do que se pode imaginar. E é bem simples: um homem heterossexual conhece outro (num bar, numa rede social, tanto faz) e eles decidem fazer alguma brincadeira sexual. E, como se não bastasse, gostam. Depois, cada um segue com sua vida perfeitamente hétero, sem que o encontro os faça duvidar da sua orientação. O que leva alguns homens a essas práticas? E por que é incorrecto catalogá-los como gays?

Hoje em dia, a aceitação da diversidade sexual é muito maior do que no passado. “À medida que há uma maior tolerância, todos saímos um pouquinho dos nossos armários”, argumenta o psicólogo, psicoterapeuta e sexólogo espanhol Joan Vílchez. “Homens que não chegam a se sentir muito satisfeitos sexualmente podem ter a chance de manter relações com outras mulheres, com um homem, ou de experimentar certas práticas que em outros tempos eram mais censuradas.” Para Juan Macías, psicólogo especializado em terapias sexuais e de casal, “conceitos como heteroflexível ou heterocurioso estão permitindo aos homens explorar sua sexualidade sem a necessidade de questionar sua identidade como heterossexuais”. Por outro lado, a Internet facilita o contato, que pode ser virtual ou físico.

A orientação sexual é construída socialmente, são categorias rígidas e excludentes, com implicações que afectam a identidade individual e social”

Os especialistas acham isso a coisa mais natural do mundo, pois partem da premissa de que uma coisa é a orientação sexual de um indivíduo, e outra as práticas que ele realiza. “A orientação sexual”, explica Macías, “é construída socialmente, são categorias rígidas e excludentes, com implicações que afectam a identidade individual e social”. Forçosamente, alguém precisa se encaixar em alguma destas três classificações: heterossexual, homossexual ou bissexual. Por outro lado, “a prática sexual é mais flexível e mais livre, é um conceito descritivo. Um espaço tremendamente saudável na exploração do desejo se abre quando a pessoa se liberta da identificação com uma orientação sexual”, diz Macías.

 


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Isso é tão natural que vem de longe. Na Roma antiga, não era raro que um homem comprometido com uma mulher mantivesse um amante. Por não falar do que acontecia nos bacanais. E jovens de todas as épocas recorreram a passatempos com uma conotação sexual difusa. “Na adolescência é bastante comum que haja jogos de certa forma associados aos genitais: ver quem urina mais longe, ver quem tem o maior, existem toques…”, diz Vílchez. “Não deixam de ser incursões homossexuais, mas ainda prepondera o modelo heterossexual, e acontecem a partir da transgressão própria da juventude”, observa o psicólogo.

Um novo modelo: SMSM

Em 2006, um estudo sobre a discordância entre comportamento sexual e identidade sexual realizado por pesquisadores da Universidade de Nova York revelou que 131 homens, de um total de 2.898 entrevistados, admitiram ter relações com homens apesar de se definirem como heterossexuais. Pelos cálculos dos especialistas, esse grupo representa 3,5% da população. Há anos, os médicos empregam a sigla HSH para se referir ao conjunto dos homens (héteros ou gays) que fazem sexo com outros homens. Mas, recentemente, aflorou outro acrônimo mais preciso para definir esse grupo: SMSM (“straight men who have sex with other men”, ou homens heterossexuais que fazem sexo com outros homens). Sites como o Straightguise.com se dedicam ao tema.

Em julho, saiu os EUA o livro Not Gay: Sex Between White Straight Men (“Não gay: sexo entre homens brancos heterossexuais”), em que a professora Jane Ward, da Universidade da Califórnia, fazia a seguinte colocação: uma garota hétero pode beijar outra garota, pode gostar disso, e mesmo assim continua sendo considerada hétero; seu namorado pode inclusive estimulá-la a isso. Mas e os rapazes? Eles podem experimentar essa fluidez sexual? Ou beijar outro garoto significa que são gays? A autora acredita que estamos diante de um novo modelo de heterossexualidade que não se define como o oposto ou a ausência da homossexualidade. “A educação dos homens tem sido bastante homofóbica. Fizeram-nos acreditar que é antinatural ter esses impulsos por outros homens”, explica Vílchez.

Experimentando, experimentando

 


O perfil mais estendido é o do explorador sexual: aquele a quem gosta de provar coisas novas

As motivações, logicamente, são múltiplas. O perfil mais difundido é o do explorador sexual, que gosta de provar coisas novas. “Experimentar uma relação homossexual é uma novidade para ele e, mesmo que ele goste, não podemos dizer que seja homossexual, e sim que goste dessa prática”, diz o médico de família e sexólogo Pedro Villegas. Vílchez compartilha dessa ideia. “A bissexualidade está muito na moda, e na verdade somos todos bissexuais: se você fechar os olhos, dificilmente conseguiria identificar quem está lhe acariciando, se é um homem ou uma mulher. Não há um homem que seja 100% homossexual, nem 100% heterossexual”, sentencia.

Outra das causas é um desencanto com as mulheres, frequente depois de alguns rompimentos conjugais. Vílchez explica: “Quando um casal heterossexual está em crise, é habitual que alguns homens sintam que não se entendem com as mulheres, que são incapazes de se dar bem com elas, e é como se olhassem para o outro lado. Acontece uma espécie de regressão, volta-se a um estágio anterior no qual os homens se sentiam bem juntos, como na adolescência. Em muitos casos é uma necessidade mais afectiva do que realmente sexual”.

De fato, para esse especialista, essas relações eróticas às vezes escondem uma necessidade de afeto que o homem não está acostumado a expressar. “Nos homens há muita tendência à genitalização. Entre a cabeça e os genitais há o coração, que representa os sentimentos, e os intestinos, que simbolizam os comportamentos mais viscerais e as emoções mais intensas, e é como se os homens tivessem aprendido a fazer um desvio: passamos da cabeça directamente para os genitais, sem viver plenamente as emoções. No caso das mulheres, por tanta repressão da sua sexualidade e por medo da gravidez, acontece o contrário: elas têm muita dificuldade de genitalizar. Para um homem às vezes é mais fácil fazer isso do que expressar emoções mais subtis ou dizer a outro homem: ‘É que me sinto inseguro, tenho medo, sinto-me frágil, não sei o que quero’.”

O impulso narcisista

Entre os homens héteros que vão para a cama com outros homens também há muitos narcisistas. “É aquele sujeito que gosta que prestem atenção nele. Acontece muito nas academias de ginástica: ele gosta de despertar admiração, e não se importa se isso provém de homens ou mulheres”, aponta Eugenio López, também psicólogo e sexólogo. Outros simplesmente têm vontade de transar e recorrem a inferninhos gays, porque acham que lá será mais fácil.

Há homens heterossexuais que se envolvem com homens porque gostam; outros, por falta de alternativas – pensemos nos que são privados do contacto com mulheres por períodos prolongados (será que eram mesmo gays os caubóis de O Segredo de Brokeback Mountain?). “O ser humano se rege por seus pensamentos”, argumenta López. “E, se ele acreditar que está perdendo sua sexualidade pela falta de uma mulher, pode reafirmá-la com outro homem. Costuma começar com um simples roçar.”

Se não houver conflito, não há problema

Alguns desses neo-heterossexuais podem ter sentido impulsos desse tipo no passado, mas sem se atreverem a dar o passo. “Aí vêm as circunstâncias da vida que colocam isso de bandeja e eles decidem viver a experiência, mas isso gera um conflito para eles, porque por um lado lhes proporciona prazer, mas por outro ameaça um pouco seu status e sua imagem: ‘Sou ou não sou?’, perguntam-se”, comenta Vílchez. Também podem ficar confusos aqueles que chegam ao SMSM pela carência de uma figura paterna positiva na sua infância: “Às vezes, para reforçar sua masculinidade, integram-se a atividades ‘de homens’ (futebol, musculação) ou têm contactos sexuais com outros homens, mas o que procuram é sobretudo compreensão e carinho”, acrescenta. Os psicólogos são unânimes em dizer que sua intervenção é dispensável quando essas experiências não provocam um conflito no indivíduo. “Se não estão incomodados, não há nada para tratar”, conclui Villegas.
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"Lésbicas" / Brincadeiras deliciosas entre primas
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:56 »
Eu e Aline nunca fomos boas amigas. Apesar de termos nascido no mesmo dia, sermos primas, termos a mesma idade e estudarmos na mesma sala, nunca nos batemos. Até nossos aniversários eram juntos.
Pois bem, crescemos, Aline cada dia mais chata e metida. Saíamos juntas raras vezes. Depois que nos formamos, as coisas melhoraram um pouco e até fui passar uns dias com ela na casa da avó, distante de onde morávamos uns 700km. Foi nessa viagem que algo inusitado aconteceu.
Ainda na ida para lá, conhecemos alguns garotos que tinham o mesmo destino que nós. Por mais estranho que parecesse, eram primos distantes da Aline, que ficou toda afoita e espevitada como era, pôs -se logo a dar em cima de um deles. Augusto. O mais bonito dos quatro e o que eu havia me interessado. Fiquei na minha e não comentei nada.
O primeiro dia se passou sem muitas novidades ou incidentes. Íamos à casa de tios e primos dela por parte da mãe, dávamos uma volta na cidade, voltávamos para casa. No segundo dia, fomos tomar banho de Rio. À pé, Íamos nós duas e mais quatro garotas. Até que a conversa caiu no tema sexo e Aline, como sempre, a mais agoniada de todas, falou que não era mais virgem. Que perdera a virgindade aos 15. Do Alto dos meus 18 anos, Eu ainda me mantinha virgem por escolha própria. Apenas me masturbava com certa frequência, mas nem brinquedinhos utilizava.

Minutos depois estávamos dentro da água. Uma água quente, convidativa. Aline perguntou se eu sabia boiar. Disse que sim e boiei. Aline fez o mesmo e eu fechei os olhos. Fiquei ali envolta na água. Despertei quando senti algo tocar minha buceta. O que era aquilo? Fechei as pernas e senti como se fosse um pé acariciando minha buceta. O susto foi tão grande que me debati e acabei submergindo.
– O que foi???
Só tinha Aline na água comigo. As outras estavam em terra. Olhei-a e por um momento acreditei que ela não tinha feito aquilo. Talvez tivesse sido um peixe. Saí da água e fui sentar com as outras meninas.
Na volta para casa, fui observando Aline. Se ela tivesse mesmo feito aquilo, porque teria feito? Ela não se gabava que pegava um e outro? Sendo assim, não tinha necessidade daquilo… Mas e se fosse mentira? Se aquele jeito dela fosse para encobrir a sua real preferência? Pensando bem, Aline nunca tinha ficado firme com ninguém, nenhum namorado sério, só fica das aqui e ali. E Olha que a guria era gata. Parecia uma modelo. Alta, magrinha, um par de peitos médios durinhos, uma bundinha arrebitada, loira. Todos os caras que eu conhecia queriam pegá-la. Quando chegamos na casa da avó dela, sacudi a cabeça para espantar os pensamentos. Fomos ajudar a avó a preparar a janta.
Após o café, a avó logo foi se deitar. Ficamos na varanda, eu lendo e ela fazendo as unhas. Volta e meia aqueles pensamentos voltavam à minha cabeça. Eu olhava para ela e não conseguia acreditar.
– O que você tanto me olha? – ela perguntou.
– Nada.. Só estou pensando em fazer as minhas unhas também…
– Vem que eu faço.
– Não, agora não. Depois…
Ela continuou ali e eu tentei me concentrar na leitura. Mais tarde, fomos dormir.
Como dormiamos na mesma cama, acordei lá pelas tantas da madrugada, sentindo novamente algo tocar-me. Virei o rosto. Aline dormia virada para cima. Mas não tive dúvidas: era ela. Ela havia colocado a mão sobre minha coxa e apertava-me suavemente. Segurei a respiração por um momento sem saber bem o que fazer. Não fazia a menor ideia de como agir. Seria sonambulismo?
A mão dela subiu suavemente, alcançando minha calcinha. Seu dedo anelar ia e vinha, em círculos ao redor do meu clitóris sobre a calcinha. Por mais estranha que fosse a situação, Eu estava ficando excitada. Abri as pernas para sentir mais e melhor. Senti que seus dedos agora deslizavam pelo elástico da calcinha, afastando-a. O que senti a seguir foi um de seus dedos abrindo os grandes lábios da minha buceta. Segurei o gemido quando ela alcançou meu clitóris. Seus dedos massagevam, girando em círculos, apertando-o com as pontas dos dedos. Ela permaneceu tocando e massageando até que gozei, baixinho, apenas para que ela ouvisse. Depois disso, Aline retirou a mão dali e acariciou meus mamilos, aquietando-se ali. Com o corpo mole, acabei dormindo como um anjo aquela noite.
No outro dia pela manhã… Nada havia acontecido. Estávamos na maior normalidade. Se ela queria fingir, por mim tudo bem. O dia transcorreu comum e à noite, fomos dormir cedo. Eu estava ansiosa e não consegui pregar os olhos. Logo Aline ressonava ao meu lado. Eu estava intrigada e queria entender o que ela queria. Mas fiquei na minha. Durante o banho, acabei me masturbando lembrando a cena da noite anterior.
Estávamos deitadas e eu não conseguia dormir. Meu corpo estava aceso. Estava esperando as ações dela. E elas vieram. Alguns minutos depois, Aline passou a acariciar meus seios por cima da camisola. Acariciava de leve os mamilos que logo ficaram durinhos. Foi quando ela se virou e colou o corpo no meu, deitada de lado. A mão sobre meu corpo deslizando e alcançando minha buceta. Ela sabia como acariciar, como tocar, até como penetrar. Estava tão gostoso que fechei os olhos e só deixei rolar.
Senti o boca dela nos meus seios e me arrepiei por completo. Beijinhos e mordidas de leve. Sua língua alcançou meus mamilos e quando ela o chupou, não aguentei e gozei. Estava trêmula. Aline deitou de barriga para cima novamente, ainda de olhos fechados. Dessa vez eu não hesitaria. Levei a mão até ela. Fiz como gostaria de receber.
Acariciei todo o corpo dela. Sentia a pele arrepiada. Passava as unhas também, provocando-a. Aline arqueava o corpo e eu comecei a sentir prazer naquilo. Em provocar prazer a ela. Desci a mão para encontrar sua buceta. Estava úmida e quente. Ela mantinha as pernas fechadas, apertadas uma contra a outra. Comecei a beijar seu pescoço, descendo pelo mamilo descoberto por baixo da camisetinha do Baby Doll. Mordisquei seu mamilo e ela abriu as pernas. Então eu a masturbei. Devagar e delicadamente. Pressionando seu botãozinho que estava duro de tesão. Aline se remexia na cama. Descia o dedo, ia até a entradinha lambusada e voltava ao clitóris. Ela gozou fechando as pernas, apertando minha mão entre elas.
Viramos cada uma para um lado da cama. Eu estava trêmula e satisfeita. Tanto por ter gozado como por tê-la feito gozar. Não sabia como reagir depois. Mas estava feito.
Pela manhã, Aline não sustentava o olhar comigo. E quando o fez, ficou vermelha. No dia seguinte fomos embora. Nosso contato se apeoximou depois dessa viagem. Passamos a sair mais juntas, inclusive a dormir juntas. E sempre rolava carícias demoradas silenciosas, sobre as quais nunca tivemos coragem de falar. Hoje estamos casadas as duas. Só depois de um tempo é que entendi que para desejar uma mulher, não precisa ser exatamente lesbica. Basta ser gente.
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"Lésbicas" / O dia que chupei minha melhor amiga no provador da loja do shopping
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:56 »
Sou loira, 20 anos, estudante de psicologia, faço academia desde os 18 anos e sou malhada (rsrs). Sempre tive um corpo que rendia elogios tanto dos homens como das mulheres.
Nunca havia passado por uma experiência lésbica, nem beijo na boca…o que acabou chegou ao fim. Vamos ao relato!

Fui numa loja famosa no shopping aqui na minha cidade e chamei minha melhor amiga e colega pra ir comigo, durante o trajeto no carro dela, conversamos várias coisas…de maquiagem, das provas, de homem, dos caras que se acham e caímos no papo de homofobia. Ela se mostrou claramente aberta à novas experiências e me disse nas entrelinhas que já havia beijado uma mulher na boca e rolou até uma caricia com as bocas nos peitos. O papo, realmente me constrangeu um pouco e simultaneamente me gerou um leve tesão e curiosidade.
Acarretou que perguntei mais detalhes, mesmo estando envergonhada. Ela me contou que uma vez bebeu além do esperado e ficou fora de si por algumas horas e acabou ficando com a amiga do irmão, mas não passou dos beijos nos peitos. Perguntei pra ela o que ela sentiu, e ela me disse que foi uma experiência legal que talvez repetiria se valesse a pena.
Nesse momento, chegamos no shopping e ela estacionou o carro. Ao parar, ela olhou no meu rosto e perguntou sorrindo:
– Porque você esta corada miga?
Eu toda envergonhada respondi:
– Eu não sei, esse papo nosso me fez sentir vergonha.
– E o que mais você sentiu?
Me perguntou ela com um sorriso malicioso que eu nunca havia visto no rosto dela. Prontamente eu respondi:
– olha, não vou responder porque vou ficar mais corada (e sorri)
ai ela me disse:
– Fica tranquila miga, não vou fazer nada com você, ao menos que você queira
Disse isso meio que brincando e me deu um abraço, no abraço aconteceu algo…ela me deu um beijo com uma leve lambidinha no pescoço e aquilo me causou um arrepio profundo que vinha de baixo e foi até a ponta dos meus cabelos…ela percebeu e sussurrou no meu ouvido:
– Nunca senti nada assim antes, mas to com muita vontade de sentir sua lingua na minha…
Eu não consegui resistir e respondi pra ela:
– seria bem gostoso, mas não aqui no estacionamento que têm câmeras…
Ai ela me largou e como se nada tivesse acontecido, desceu do carro e me chamou para irmos às compras. Ficou aquele clima estranho, conversamos coisas avulsas mas eu estava com muito tesão nela. Na loja de roupas não resisti e chamei ela pra ir no provador comigo para me ajudar a segurar as roupas e ela se prontificou em me ajudar, com a cara séria pelo “fora” que eu dei nela.

Fomos até o provador, lá assim que fechei a porta já agarrei o pescoço dela e dei um beijo molhado e delicioso naquela boca carnuda e deliciosa. Foi um beijo tão intenso que fiquei molhadinha na hora e ela percebeu e já enfiou a mão por dentro da minha calcinha e mordeu os lábios. Sussurrou novamente no meu ouvido:
-Eu quero uma coisa, e é uma coisa que você vai adorar
– o que você quer? fala que eu te dou…
Ela não respondeu, só me empinou no banquinho, tirou minha calça com força e colocou minha calcinha pro lado e começou a me chupar. Chupava muito e eu não podia gemer alto por estar em local público….tirei a cabeça dela da minha xoxota e ali mesmo chupei pela primeira vez uma buceta, só ergui a saia dela e me deliciei naquela buceta gostosa…que delicia…depiladinha, cheirosa e bem gostosa bem molhadinha. Chupei por alguns minutos até a hora que chegou pessoas no provador ao lado e fiquei com medo de escutarem. Subi minha calça e ela arrumou a calcinha. No espelho retocamos o batom e saimos como se nada tivesse acontecido. Dali, fomos pro carro e do carro direto pro motel. O que vou contar no próximo conto (real), porque esse já esta longo. rsrs

Tem um vídeo que achei que pode ilustrar mais ou menos que aconteceu, claro que não somos nós, mas é bem gostoso pra que gosta de video:

https://www.pornomineiro.com/lesbicas/amigas-safadas-transando-dentro-do-provador-de-roupas/
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Swing (Geral) / Experiências
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:55 »
Alguém tem alguma experiência para contar de swing?

Quem não tem gostava de participar algum dia?  :P
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Swing (Geral) / Swing (sexo)
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:54 »
Swing ou troca de casais, é um relacionamento sexual entre dois casais estáveis que praticam sexo grupal como uma atividade recreativa ou social.[1] Existem correntes que consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos numa relação sexual. No entanto, o swing é um estilo de vida que casais adultos assumem para permitir e realizar suas próprias fantasias juntando-se com outros casais com a mesma filosofia para compartilharem a amizade e a intimidade sexual.[2]
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Voyeurismo / O que é o Voyeurismo
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:53 »
Voyeurismo. Essa palavra traduz o prazer que alguns sentem em apenas espiar, observar o outro nu ou no ato sexual, sem participar e sem que o outro saiba disso.

“Esse ato de observar acontece, na maioria das vezes, porque o observador tem algum desejo sexual sobre o observado. Não há uma regra que defina quem é ou não é um voyeur, nem explicação concreta sobre este gosto”, conta a psicóloga Joanna Freitas.


Muitas vezes, o observador consegue até mesmo chegar ao orgasmo, já que se masturba ao olhar os outros. “Eu descobri que sentia prazer ao observar mulheres se trocando quando vi uma vizinha tomando banho, sem querer. O apartamento dela era na frente do meu e minha janela dava para o banheiro dela”, conta Maurício*. “Desde então, passei a procurar mais estas cenas. Não acho que seja nada anormal”, diz o voyeur.

Como parte de fantasias sexuais, o voyeurismo atiça o desejo sexual de quem o pratica, o risco de ser descoberto gera mais prazer. O gosto por observar não pode ser considerado uma doença ou distúrbio, desde que não seja exagerado e não transforme o ato de espiar na única forma de excitação e actividade sexual.
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Voyeurismo / Psicólogo afirma que todos são Voyeurs em Potencial
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:53 »
Quem pensa que voyeur é só aquela pessoa que passa o dia inteiro olhando de binóculo a vizinha do outro prédio está enganado. Qualquer um pode ser, mesmo sem se dar conta disso. Segundo o psicólogo santista Arlindo Salgueiro, até a fofoca é uma forma de voyeurismo.

 Basicamente, o voyeurismo é uma maneira de realizar os próprios desejos através de outras pessoas. É típico de quem não se sente apto a satisfazer as próprias vontades por inibição ou alguma dificuldade. Mas qualquer um pode ser um voyeur em potencial. Não é uma patologia, pelo menos em suas formas mais amenas. “Se fosse assim, todos nós seríamos patológicos”, diz Salgueiro.

 Casais que gostam de ver os parceiros se relacionando sexualmente com outras pessoas, que têm muita curiosidade pela intimidade alheia, que adoram fazer fofoca são todos voyeurs. Os que gostam de fantasiar demais na hora do sexo também. E, para surpresa de muitos, ficar também é voyeurismo. “Quando você fica com alguém que mal conhece, está deixando essa pessoa invadir sua intimidade”, explica o psicólogo.

 Quem gosta de ser observado também está no mesmo nível daqueles que gostam de olhar. É o caso, por exemplo, dos participantes de reality shows. Na opinião de Salgueiro, esses programas são perigosos porque exploram e banalizam o voyeurismo. “Isso acontece porque todos nós, hoje em dia, sofremos de falta de comunicação pessoal. Não temos mais o processo de conhecimento, de troca, de sedução”.

É claro que ficar ou fazer fofoca não é tão grave quanto ter uma obsessão pela intimidade do vizinho ou só conseguir se excitar ao ver outras pessoas fazendo sexo. O problema é exatamente quando o grau evolui. “As pessoas acabam passando das coisas mais banais para as piores. Chega uma hora em que o indivíduo começa a ficar frustrado porque não consegue mais se relacionar normalmente. É quando ele procura ajuda”.

O voyeurismo nasce de uma insatisfação pessoal, de uma falha da percepção dos sentimentos. “Quando a pessoa não está distante das próprias emoções, ela se basta e não precisa de projeções de si mesma. Olhar os outros é projetar-se neles”. Também é uma forma de viver fantasias onipotentes. “Através do voyeurismo, o indivíduo viaja. Nas suas fantasias, ele pode tudo. Chega uma hora em que ele já não quer mais a realidade”, explica Salgueiro.

 De acordo com o psicólogo, na adolescência isso é normal. O adolescente ainda não tem sua identidade formada, está em fase de afirmação pessoal. Mas, depois de adulto, a tendência é diminuir. Ele lembra ainda que o voyeur pode ser considerado um criminoso, caso o objecto de observação se sinta invadido em sua privacidade.
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Exibicionismo / Adoro me Masturbar
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:52 »
Adoro me masturbar  ;) partilho meu vídeo com vós , espero que gostem  :)

Só membros registados podem ver o anexo do vídeo :D
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