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Brinquedos (BDSM) / A mina tava dando pra o cara, e do nada, gamou no controle remoto
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:09 »
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Brinquedos (BDSM) / Bricando com brinquedos
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:08 »
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Brinquedos (BDSM) / Brinquedos eróticos com Karina Marfim
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:07 »
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Comunidade "L.G.B.T" / Casos de gays, lésbicas, bisexuais e transexuais vítimas de abandono
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:02 »
Em pouco mais de um mês, o Centro Gis, de apoio à comunidade de gays, lésbicas e transexuais, em Matosinhos, já recebeu dezenas de pedidos de ajuda. Às consultas de psicologia, psiquiatria e até apoio jurídico, chegam casos de bullying, abandono e violência doméstica.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/casos-de-gays-lesbicas-bisexuais-e-transexuais-vitimas-de-abandono-e-violencia-domestica-sao-comuns_v982933
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Comunidade "L.G.B.T" / LGBT
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:02 »
LGBT é a sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros. Em uso desde os anos 1990, o termo é uma adaptação de LGB, que era utilizado para substituir o termo gay para se referir à comunidade LGBT no fim da década de 1980.[1] Ativistas acreditam que o termo "gay" não abrange ou não representa todos aqueles que fazem parte da comunidade.[2]

A sigla tornou-se popular como uma autodesignação; tem sido adotado pela maioria dos centros comunitários sobre sexualidade e gênero e em meios de comunicação nos Estados Unidos, bem como alguns outros países de anglófonos.[3][4] O termo é usado também em alguns outros países, particularmente naqueles cujos idiomas usam acrônimos, tais como Argentina, Brasil, França e Turquia.

A sigla LGBT se destina a promover a diversidade das culturas baseadas em identidade sexual e de gênero. Ele pode ser usado para se referir a qualquer um que não é heterossexual ou não é cisgênero, ao invés de exclusivamente se referir as pessoas que são lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros.[2][5] Para reconhecer essa inclusão, uma variante popular, adiciona a letra Q para aqueles que se identificam como queer ou que questionam a sua identidade sexual; LGBTQ foi registrado em 1996.[6] Aqueles que desejam incluir pessoas intersexuais em grupos LGBT sugerem a sigla prolongada LGBTI.[7][8] Algumas pessoas combinam as duas siglas e usam LGBTIQ ou LGBTQI.[9] Outros, ainda, adicionam a letra A para os assexuais ou simpatizantes: LGBTQIA. Finalmente, um sinal de + é por vezes adicionado ao final para representar qualquer outra pessoa que não seja coberta pelas outras sete iniciais: LGBTQIA+.[10]

Pode ou não as pessoas se identificarem como LGBT, dependendo das suas preocupações políticas ou se elas vivem em um ambiente discriminatório, bem como a situação dos direitos LGBT onde elas vivem.[11]

https://pt.wikipedia.org/wiki/LGBT
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"Transgéneros" / Transgênero
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:01 »
O termo transgênero surgiu pela primeira vez em meados dos anos oitenta, para definir uma categoria de transtorno de gênero que não era abrangida nas que já haviam. Existiam duas categorias gerais gays e travestis, mas sabemos que os transtornos de gêneros são muito mais abrangentes que isso, tendo transformistas, travestis, intersexistas, crossdressers entre outros.

O grande diferencial dos transgêneros em relação aos outros transtornos de gênero, é que eles de fato não se identificam com o sexo em que se encontram. A frase mais ouvida entre eles é: “estou no corpo errado”. Esses indivíduos se sentem totalmente do gênero oposto aos seus corpos, e sofrem um desconforto persistente em relação ao próprio sexo.

É importante lembrar que identidade de gênero e atração sexual são coisas muito diferentes, por isso ser transgênero não significa ser homossexual.

Os trans (como são conhecidos os trangêneros), já demonstram, desde muito cedo, sua insatisfação com o próprio corpo. Existem casos de crianças de 3,4 anos que já se descobriram como transgêneros, e vivem com o sexo que se identificam. O apoio dos pais e a busca por médicos especializados nesse tipo de assunto é essencial. Nesses casos a função dos pais é perceber se a criança não está passando por uma fase, se é gay, ou de fato possui transtorno de gênero.

A identidade sexual nesses casos, não está nada ligada ao corpo e órgãos, está ligada ao mental, chamado “sexos cerebrais”, o seu sexo pode ser masculino, mas o seu gênero feminino e vice-versa. Reforçando que o sexo é ligado ao corporal, aos órgãos sexuais, e gênero é mais comportamental e social.

Com o acompanhamento médico correto, as crianças trans podem ao entrar na puberdade iniciar o tratamento hormonal, que inibirá o corpo de tomar formas do sexo que não se identifica.  Além disso o tratamento hormonal permite ao indivíduo desenvolver algumas características do seu gênero, por exemplo, no tratamento de uma mulher transgênero, o hormônio induz o crescimento de mamas, suaviza os traços no rosto e afina voz. Já no tratamento de transgêneros masculinos, crescem os pelos, a voz fica mais grave, feições mais brutas e interrompe a menstruação. Ao chegar na maioridade os trans podem fazer a cirurgia de mudança de sexo.
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"Bissexuais" / É verdade que Freud diz que somos todos bisexuais?
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:01 »
É verdade que Freud diz que somos todos bisexuais?

É verdade. Ele diz que de origem, sim. Só depois fazemos nossa escolha de objeto (feminino ou masculino) e nos posicionamos também diante desta escolha como homem ou mulher.

Estranho não é? Nascemos com a possibilidade dos dois sexos –  não biológica, é claro, mas simbólica.

É, mas estranho mesmo, e muito mais complicado, é o que diz Lacan: somos não bi, mas multisexuais. O que quer dizer que qualquer objeto para o ser humano pode estar no lugar do gozo sexual.

Uma pessoa enlouquecida para ganhar dinheiro pode, e muito frequentemente o faz, nem se interessar por sexo propriamente genital, porque na verdade, já está “transando” com o dinheiro.

Transamos com o comer, o beber, o consumir, o saber, o ter, o poder… a lista é infinita.

Não se iluda, podemos gostar mais de homem ou de mulher, mas a nossa sexualidade (a capacidade de sentir prazer) vai muito além de ter dois tipos de objeto.

A sexualidade humana não é bi, ela é múltipla, pois pode ter infinitos objetos, porquanto infinitas são também as variações possíveis do nosso desejo.

Resumo da ópera: não somos todos bisexuais, somos todos multisexuais.

Voce vê como diante disso, ter preconceito sexual não faz mais o menor sentido!

Além do mais, para Lacan, para chegarmos a ser adultos, temos que realizar a tarefa de significar o que é sexo para cada um de nós. Com nuances e variações infinitas na maneira de gozar sexualmente (aí sim, o gozo genital).

Tem aquele cara que se sente atraído por mulheres viris, ou, ao contrário, pelas muito delicadas. Tem aquele que gosta das que se mostram delicadas, mas no fundo são viris. E os que gostam de travestis, mulheres com corpos femininos, mas o membro sexual masculino para entrar na dança também, coisa que uma mulher, simplesmente mulher, não vai poder lhe oferecer, caso seja esse o seu barato.

Tem mulheres com o maior tesão em homens com as mãos grandes, as que adoram peito cabeludo, outras que odeiam etc… etc… Falando apenas de gostos mais gerais, mas, e quando os traços que suscitam o nosso desejo chegam a detalhes mais pormenorizados? O encontro pode ser mesmo muito difícil! Quer dizer, no sexo, nas formas que cada um tem para gozar, as variações são infinitas.

Enfim, diante disso tudo, falar que alguém é hetero ou homo (sexual) é muito pouco para definir a sexualidade humana, não é mesmo?
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"Bissexuais" / Em biálogo: bisexuais e bifobia
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:00 »
Apesar da bissexualidade ser um rótulo bastante mais frequente do que se pensa (em alguns estudos até mais frequente do que gays e lésbicas juntos), é, na comunidade LGBT, maltratada, ridicularizada e excluída.

Agora que nos estamos a aproximar do mês do Orgulho LGBT, pensei que seria interessante rever e discutir algumas piadinhas e frases maldosas que uma pessoa bissexual costuma ouvir.

Não me considero necessariamente bissexual porque o prefixo bi- assume apenas atração por dois géneros binários. Nesse sentido, gosto mais da palavra pansexual (atração por pessoas – humanas, adultas e consensuais, obviamente – independentemente do género). Apesar disso, vou escrever em nome da bissexualidade, com o mesmo significado que alguns atribuem: mais do que um género.

Vamos, então, às frases, por ordem decrescente de raiva que me incutem:

 

1 – Mas isso existe?
Não há nada que me irrite mais do uma pessoa afirmar com ar de puto condescendente a dizer aos coleguinhas da escola que o Pai Natal não existe: “Desculpa lá, mas não acredito na bissexualidade. Isso não é possível.”.

Detesto essa frase acima de todas as outras porque os mesmos argumentos podem ser usados para todo o tipo de orientações sexuais. Querem ver?

Lésbicas: “São pessoas muito confusas! Há umas que só são lésbicas porque ainda não encontraram o homem certo e ficaram perdidas por ali e há outras que querem ser homens. A sério! Já viste como é que algumas se vestem? Querem ser homens e por isso gostam de mulheres!”
Gays: “Ai, os gays só são gays porque têm um problema com intimidade feminina e porque gostam de se armar e de dar nas vistas. Desculpa lá, mas é um facto conhecido que todos os homens gays têm um pai ausente e uma mãe galinha. É um trauma psicológico.”
Heterosexuais: “Ninguém pode ser 100% heterossexual. Todas as mulheres têm atração por outras mulheres e todas querem ter uma experiência lésbica. Quanto aos homens… Têm todos é vergonha de pôr coisas no rabo, mas, no escuro, as próstatas são todas iguais.”
Sinceramente, não percebo a obsessão de algumas pessoas pelos genitais. São uma parte muito pouco representativa de uma pessoa e não determinam, de forma alguma, a obtenção de prazer numa relação sexual. Ou seja, tudo se arranja. Apesar disso, respeito pessoas que pensem dessa forma. Que só consigam gostar ou de “vagina e mamas” ou de “pila, bolas e rabo”. Eu acho que é limitante e elas acham que eu sou estranho. A diferença é que eu não as ponho em causa.

Mal oiço esse tipo de argumento, sinto o mesmo que vocês sentem ao ler as frases ridículas acima. Apetece-me espetar com todas as práticas sexuais e historial de relações na cara dessa pessoa e “provar” que sou bissexual o suficiente. A bissexualidade existe, é válida e não é um rótulo apenas de passagem.

 

2 – Mas todos os bissexuais que eu conheço estão com homens!
Uma das razões pelas quais demorei tanto tempo a perceber que era bissexual foi porque não sabia que era possível. Em toda a minha vida ouvi que um homem que gostava de homens era automaticamente gay. Como se fosse algo que se “apanhasse”. E como sempre gostei de raparigas e a atração por rapazes só surgiu muito mais tarde, não fazia ideia de como me chamar.

Porque é que todos os bissexuais – homens e mulheres – têm de gostar sempre de homens? Porque é que se acha que a mulher bissexual acaba sempre como hétero e que o homem bissexual acaba sempre como gay?

É irónico (além de extremamente irritante) que ninguém duvida que eu goste de homens mas que muitos duvidem que goste de mulheres. Porque é que isso é incompatível?

Será que é porque a nossa sociedade é naturalmente misógina e as mulheres não são levadas muito a sério?

Além disso, devo deixar uma nota que também pode explicar o porquê de muitos homens bissexuais estarem com outros homens (nunca vi estatísticas sobre isto, mas vou basear-me nos rumores que tanto usam). Quantas mulheres heterossexuais (a maioria das mulheres, portanto) estaria disposta a ter uma relação com um homem bissexual já praticante? Falo de uma relação exclusiva com um homem que já teve relações (sexuais e não só) com outros homens. Pela minha experiência, é uma minoria muito pequena. Um homem que esteve com outro homem é visto como inferior e menos másculo. O que não faz sentido nenhum porque esse homem pode apenas ter feito o mesmo que essa mesma mulher heterossexual (não há orifícios para mais, acho eu). Fico sem perceber: é homofobia ou misoginia?

 

3 – Mas porque é que tens vergonha de assumir que és gay? Eu também achava que era bissexual, mas depois percebi que era X
Se há coisa que não me podem acusar (e isso não tolero mesmo), é vergonha da pessoa com quem eu estou. Assumi-me a toda a minha família e amigos; levo o meu namorado a todos os eventos de família, académicos e pessoais e, porra, até me assumi no Facebook depois da desgraça do “E se fosse consigo?”. Não tenho vergonha de estar com quem estou e de ter atração por homens (entre outros géneros). E acredito que vivo com muito menos vergonha do que muitos homens gay.

Apesar disso, não deixo de me sentir bissexual e de ter atração por outros géneros. Não é uma fase. E, não é, de todo, um rótulo de transição para a homossexualidade ou para a heterossexualidade. É o que é.

 

4 – Mas não é possível gostar 50% de homens e 50% de mulheres!
‘Mig@, para mim também é impensável gostar 100% de um género, mas não me vês a pôr isso em causa, pois não? É impossível saber como o outro pensa, sente e ama. Por isso, se uma pessoa sente os 50%-50%, não deve ser posta em causa porque é a sua própria sexualidade.

Além disso, não há nenhuma regra que obrigue a que a atração pelos géneros (binários ou não) tenha de ser igual. Basta uma pessoa sentir que não está exclusivamente atraída por um só género para poder afirmar-se como não dicotómica (queer, bissexual, pansexual, assexual, etc).

 

5 – Mas tu estás com um homem agora. És gay!
Lá por estar com um homem, não deixo de ser bissexual. Estou numa relação gay, sim, mas o meu namorado também é bissexual, por exemplo. Nenhum de nós se identifica como gay.

A melhor alegoria que conheço é a do sofá-cama: um sofá-cama é sempre isso, quer esteja aberto como uma cama ou fechado como um sofá. Nunca fica um ou outro; é sempre um sofá-cama.

 

6 – Vocês têm uma relação aberta, então?
Antes de mais, devo dizer que não tenho problema algum com relações abertas ou com poliamor. Apesar disso, ter uma orientação sexual não dicotómica não significa que se tenha de estar com outras pessoas “para se sentir pleno”.

Há várias pessoas gay, lésbicas e hétero que têm relações não-monógamas e isso depende, sim, da preferência de cada pessoa e, não, da sua orientação sexual.

Dito isto, uma relação monógama entre pessoas bissexuais é perfeitamente possível e tem os mesmos “riscos” do que qualquer relação. Atração por mais de um género não equivale nem a atração por todas as pessoas do Mundo, nem iguala a traição.

 

Fonte: The New York Times por Hannah Whitaker (imagem)
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"Bissexuais" / O que significa ser bissexual?
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 19:00 »
O que significa ser bissexual?

Ser bissexual significa sentir atracão sexual por ambos os sexos, feminino e masculino. Um homem ou uma mulher bissexual irá sentir-se atraído por mulheres, mas também por homens. Normalmente existe uma maior inclinação para o sexo contrário, mas pode não ser sempre assim.


É desejo, mas não amor?


Existem vários tipos de bissexuais, no entanto, o mais comum é existir desejo sexual, mas não amor real, ou seja, uma mulher pode ficar fisicamente atraída por outra mulher e ter relações sexuais, mas não irá ter uma relação de amor com ela. Normalmente, os bissexuais sentem uma atração física por pessoas do mesmo sexo, mas não sentem o amor necessário para uma relação a longo prazo.

Claro que isto varia de pessoa para pessoa e não deve nunca ser tomado como regra. Existem imensos bissexuais que se apaixonam e têm relações longas com pessoas do mesmo sexo!


Posso ter uma longa relação com alguém do mesmo sexo?

Um bissexual pode perfeitamente ter uma relação longa com alguém do mesmo sexo. Sê-lo significa que sente atração pelos dois sexos, e nesse caso, pode perfeitamente ter uma relação longa com alguém do mesmo sexo.



Pessoas e não sexos

Alguém que gosta de ambos os sexos não separa sexos, separa pessoas. Um heterossexual ou um homossexual sentem-se atraídos por um sexo, oposto ou não, e escolhem primeiro o sexo e só depois a pessoa. O bissexual não faz qualquer distinção no sexo e apaixona-se pela pessoa em si e não pelo sexo.

É considerado um amor puro, pois está dedicado à verdadeira natureza da pessoa, sem qualquer ligação com o género.



Bissexual ou curioso?

Existem muitas pessoas, principalmente jovens, que julgam ser bissexuais porque se sentem atraídos por ambos os sexos, no entanto, é muito comum que se trate de apenas curiosidade.

Com a abertura da mente a várias liberdades sexuais, é normal que o jovem sinta curiosidade pelo mesmo sexo e sinta vontade de experimentar uma relação. Este sentimento pode muitas vezes ser identificado como de alguém bissexual quando se trata apenas de curiosidade. Nestes casos, poderá perceber se é bissexual ou apenas curioso, se após ter a sua experiência com alguém do mesmo sexo, volta a sentir necessidade de estar com alguém do mesmo sexo.
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"Gays" / Por que mudaram essa visão?
« Última mensagem por Paula em 28 de Outubro de 2020, 18:59 »
Anteriormente os psiquiatras consideravam homossexualidade um distúrbio. Por que mudaram essa visão?
"É uma mudança que vem desde o início da psicanálise. A própria evolução da sociedade vê que não existe isso [cura gay]. Estudos antropológicos mostram que existiram gays entre os gregos, entre os índios, e que era muito aceito. Tudo isso mostra que a homossexualidade existe e é natural. Isso é uma questão social e não psicológica", explica o especialista em sexualidade Sylvio José Rocha.

Em 1957, pesquisadora Evelyn Hooker, psicóloga, publicou um estudo que abriu espaço para o debate: ela comparou 30 homossexuais com 30 heterossexuais. O estudo não encontrou qualquer distúrbio psicológico no grupo gay.
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