Mensagens recentes

Páginas: 1 2 [3] 4 5 6 7 8 9 10
21
Relatos Eróticos / Um toque de carinho
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:50 »
Um toque delicado Raquel é minha melhor amiga temos a mesma idade 22 anos.. e um dia que seus pais viajaram ela me convidou para dormir na sua casa... pelas correrias do dia a dia fazia quase um mês que a gente não tinha tempo pra conversar e desta noite depois de um gostoso lanche e um banho relaxante sentamos no sofá conversando.. ela me contando que não estava legal com o namorado que estava muito diferente ela desconfiando que ele tinha outra mulher... -- só se for louco deixar uma gata como vc.. falei -- ai Verinha tu é um amor... ela me deu um beijo no rosto e depois deitou a cabeça no meu colo comecei a passar os dedos nos seus cabelos... -- ai que gostoso Vera eu to precisando de carinho hoje estou muito carente... Minha amiga estava com um conjuntinho de malha degotado e calcinha super sensual linda e gostosa podia ver quase todos os seios as marquinhas do biquíni... eu observando ela enquanto a gente conversava... papo vai e vem ela me falou que seu namorado havia ficara uma fera pelo biquíni pequeno... -- é um babaca olha só que corpo lindo... -- só tu mesma pra falar assim tu acha que o meu biquíni é pequeno mesmo Vera? E puxou pro lado a camiseta mostrando a marquinha do seio, não resisti e levei a mão tocando o seio.. ela me olhou sorrindo... enquanto eu espalmava a mão toda no seio... -- ai Verinha que bom... sorriu ela passando a mão no meu rosto... toquei seu seio mais uma vez... -- teu corpo é lindo.. -- tu também é Verinha.. ela levou a mão tocando meu seio por cima da camiseta pressionando.. -- eu acho eles tão bonitinhos delicados... -- que nada, Raquel não são tão lindos assim como os teus.. -- deixa de ser boba claro que são... e foi colocando a mão por baixo da minha camiseta e levantando ate mostrar meus seios e começou a passar a mão me deitei mais e ficamos bem próximas nos acariciando nos seios... -- posso te pedir pra fazer uma cosia, uma cosias que a anos tenho desejo... -- claro Verinha o que é? -- posso te dar um beijo... ela riu levou a mão ao meu rosto e fio aproximando ate que nossos lábios se juntaram e num segundo beijo nossas línguas se tocaram e foram entrando em nossas bocas em um beijo carregado de tesão nossos seios ficaram juntos quando nos separamos estávamos ofegantes havia desejo e carinho em nossos olhares, nos beijamos mais uma vês... -- ai Vera a gente é amiga a nos já nos vimos peladas e ate tomamos banho dezenas de vezes eu nunca fui chegada em mulher mas tenho um desejo grande por te ver nua e ficar pelada pra ti de te abrasar de sentir teu corpo junto ao meu... -- eu também sinto o mesmo Raquel... nos levantamos e sem falar nada apenas nos olhando fomos nos despindo... nuas apenas nos olhando caminhamos uma pra outro as mãos passaram de leve em nossos corpo e nos abrasamos depois nos beijamos mais uma vez as mão deslizando por nossos corpo... -- ai Vera que tesão to sentindo por ti... -- eu também querida, esta noite vai ser só nossa vamos fazer tudo o que sempre tivemos vontade... -- vamos sim amor... ela me puxou pra cama dos seus pais.. nos deitamos lado a lado as bocas se juntaram as mãos desceram quase ao mesmo tempo pra nossas xoxotas estávamos as duas molhadas ela veio e começou a sugar meus seios enquanto eu ia enfiando um e depois outro dedo na sua quente e gostosa bocetinha ela gemendo... -- ai querida que gostoso to adorando vc é muito carinhosa... ela fazia o mesmo comigo e foi a minha vez de experimentar aqueles seios lindos redondos e durinhos que suguei como um bebe recém nascido... ficamos um longo tempo uma masturbando a outra nos beijando ate que gozamos.. demos um tempo mas nunca sem parar de nos acariciar e desta vez resolvemos experimentar o gosto das nossas xoxotas e foi delicioso.. passamos a noite toda transando... no outro dia acordei com um gostoso beijo e mais uma transa e assim vem acontecendo pelo menos duas vezes por semana na casa dela ou na minha e cada vez é melhor... Depois dessa primeira transa resolvemos incrementar e começamos a transar com outras garotas, a três ou a quatro e cada vez é melhor. Gostaria de receber relatos de garotas e mulheres que já curtiram esta gostosa experiência.. me escreva todas e mandem fotos que retribuirei...
22
Relatos Eróticos / Minha gostosa vizinha casada
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:50 »
Olá galera, a história que vou contar para vocês, aconteceu mesmo. Meu nome é Fábio tenho 23 anos, sou alto e modesta parte bonito, uns dois meses atrás mudará para o lado de minha casa uma ninfeta muito gostosa, vou chama-la de Tamirez. Ela pegou amizade com a minha irmã e sempre estava em casa, eu percebia que ela me olhava com outros olhos. Minha trabalhava ficava só eu e minha irmã em casa, e quando o marido dela saia para trabalhar ela já se enfiava em casa, um belo dia de sol estava muito quente ela aparece em casa com um shortinhos,muito pequenos parecido com o da Carla Perez, e um top, esta maravilhosa , com uma bunda enorme, uns seios durinhos, que tesão , fiquei com muito tesão, estava no bate-papo de imagens eróticas, quando ela pediu para ver também, disse tudo bem, ficamos uns cinco minutos rindo, depois fui para os contos eróticos, lemos uns três, percebi que ela estava com muito tesão e também , a essa altura estava com meu pau latejando ela não para de olhar, quando ia me levantando para disfarçar ela pegou no meu pau, fui logo tirando para fora, ela começou a punheta-lo e logo mais cair de boca, ela parcia que não tinha dentes na boca, que boquinha de veludo, passando isso veio o gozo , ela enguliu tudinho sem deixar cair uma gota, até tinhamos esquecido de minha irmã que estava no banho, para não dar na vista fomos para sua casa. Chegando lá foi minha vez de chupa-la, que buceta gostosa, cheirosa, não queria mais para de chupar ela gozou na minha boca, ela começou a me chupar de novo, tirei da boca dela e enfiei em sua gostosa xoxota, até que era apertadinha dei várias estocadas, depois ela veio cavalgar em cima de mim e não aguentei veio o gozo, ficamos conversando uns cinco minutos, ela caiu de boca denovo, em pouco minuto meu pau já estava em ponto de bala, coloquei ela de quatro, passei saliva na cabeça do pau e fiquei esfregando na porta de seu cuzinho, ela dizia ai não , meu marido nunca fez isso comigo, falei não vai doer você vai gostar, coloquei só a a cabeçinha e veio aqule grito, fui penetrando aos poucos em minutos já estava falando para mim enfiar tudo, estava naquele vai e vem sincronizado quando ela falou gosa tudinho aí dentro, seu pedido foi uma ordem. Que mulher maravilhosa, depois vou contar para vocês quando quase o marido dela pega a gente, mas isso é outro conto, até mais. Se você é mulher e está afim de viver um conto comigo é só me mandar um e-mail                                 
23
Relatos Eróticos / Assistir a filmes pornôs é bom, ainda + acompanhad
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:49 »
Trabalho no setor governamental e tenho uma vida social bastante movimentada. Sou branco, 1,76m, 66 kg, olhos verdes, cabelos castanhos claros e pratico natação. Tenho um corpo modelado, por isso sou bastante cogitado pelas mulheres. Numa quinta-feira fui convidado para um vídeokê, para comemorar o aniversário de uma colega de serviço. Lá estavam todos os colegas de serviço, com mulheres e maridos, num clima bem familiar. Também estava lá o primo de um colega de serviço, que me fez companhia, já que as demais pessoas estava acompanhadas. Conversamos altos papos, cantamos e, na hora de ir embora, esse cara me perguntou se eu não queria dormir na casa dele. Achei que seria um pouco incômodo, mas aceitei. Chegando lá, conversamos sobre tudo, e no final ele me perguntou se eu não gostava de ver filmes pornôs. Disse que era o que mais gostava de fazer era bater uma punheta assistindo aos filmes pornôs. Então, fiquei de cueca, ele também, e fui para a sala. Ele veio logo em seguida com as fitas, mas mesmo antes de colocá-las eu já estava de pau duro, porque me excita muito assistir esses filmes, além disso, não sei o que era, mas o fato de ter um outro cara perto, estava me deixando mais excitado, apesar de nunca ter assistido filme com outro cara do lado. Já no primeiro filme meu pau quase não conseguia ficar sob a cueca. Então comecei a alisá-lo, eu estava com um tesão tão grande, que não conseguia me conter, o mesmo fez o cara. No terceiro filme um clima diferente pintou no ar, ele começou a ficar olhando pro meu pau e eu não sabia o que fazer, só que o tesão estava tomando conta do meu corpo. De repente ele pegou no meu pau e eu quase gozei naquele instante. Deixei todas os preconceitos de lado e peguei no pau dele, que também estava durasso. Aí já não estava nem mais vendo o filme, ele passava a mão no meu saco e eu ficava doido. Fomos para o quarto, eu fiquei deitado na cama, de costas, e ele veio sobre mim, encostando pau no pau, me deixando maluco. Depois começou a me chupar, enfiava meu pau (17cm) até a garganta, uma sensação que poucas vezes experimentei. Não me contive e comecei a chupar o pau dele também. Eu estava em êxtase, porque fazia muito tempo que não transava e aquela experiência era diferente. Peguei ele por trás e coloquei o meu pau entre as suas cochas grossas. Ele tinha espasmos, parecia que estava gozando de cinco em cinco minutos. Fizemos isso por quase duas horas, até que eu não agüentei e então gozei. Minha porra deu um salto tão alto que foi parar perto da boca dele, no braço e na barriga. Ele até brincou, falando que só tinha visto aquilo em filmes. Depois disso não nos encontramos mais. Ele me disse que o meu colega de serviço é não somente amigo dele, como namorado. Fiquei um pouco ressentido de ter feito o que fiz, mas o tesão era maior. Acho que faria de novo. Se quiser me escreve
24
Relatos Eróticos / Amigos inesperados
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:49 »
Sou carioca, tenho 26 anos e sou noivo há 2 anos de Andréia, uma gatinha maravilhosa. Eu a conheci quanto entrei na faculdade, na época tínhamos 18 anos. Eu já não era mais virgem desde os 16, quando perdi a virgindade com uma empregada. E dois meses antes de entrar na faculdade e conhecer Andréia, um amigo de infância e eu transamosdepois de fingirmos um porre de whiskey para realizarmos essa fantasia. Depois disso, ainda transamos umas 4 vezes e sempre fazíamos um troca-troca básico, mas ele não aguentava meu pau durante muito tempo, pois era bem mais grosso que o dele. Depois de conhecer Andréia, fiquei sem falar com Bruno muitos anos, e hoje somos apenas amigos. Mas o que vem ao caso aconteceu muito recentemente. Apesar de ser muito satisfeito sexualmente com minha noiva, sempre dá aquele gostinho de fazer sexo com homem novamente. Desde que comecei a navegar na Internet, frequento algumas salas de bate-papo e transava virtualmente com os nicks mais diferentes, ou ainda pelo telefone com alguns caras. Mas nunca imaginei que fosse possível conhecer alguém realmente interessante para algo real. E aconteceu: um dia, num chat gay, entrei com um nick sugestivo: TopoTudoRJ. E realmente eu estava inspirado, pois minha noiva estava viajando fazia duas semanas e eu estava topando tudo mesmo! Conversei com alguns caras, mas sempre caía naquela mesmice. Tentei com um cara mais velho e experiente e não deu em nada. Tentei com um boyzinho e não deu em nada. Até que comecei a conversar com um cara de minha idade mais ou menos, alto como eu (eu tenho 1,95 e o corpo normal, nada barbie mas muito gostoso). Ele era bem mais experiente que eu e logo fiquei excitado com a possibilidade de conhecê-lo. Cheguei a gozar uma vez numa bronha básica enquanto conversávamos. Era bom demais para ser verdade, mas resolvi arriscar, pois ele não procurava barbies nem caras fora do comum - e eu também queria caras normais, ávidos por sexo.... resolvi marcar um encontro às escuras e saí às 10 da noite de casa para um posto de gasolina 24 horas na Lagoa Rodrigo de Freitas. Chegando lá, reconheci Carlos pela roupa que ele diria que estaria usando, mas ele estava conversando com um cara alto, boa pinta e com jeans e camiseta - a minha roupa! Tentei fazer um sinal, mas ele não me via. Cheguei mais próximo e estendi a mão para cumprimentá-lo, quando ele me viu e arregalou os olhos, se dando conta da gafe: ele foi puxar assunto com o cara achando que era eu. Ele pediu desculpas ao cara e veio conversar comigo fora da loja, perto dos carros. Ele estava passado, mas lidou com a situação com leveza.... e era uma gracinha.... Rimos um pouco e de repente o cara se aproximou de nós, saindo da loja com um saco de compras. Perguntou com um jeito malicioso se sabíamos de alguma "boa" para a noite. Desconversamos, mas ele insistiu que estava a fim de dar uma saída e perguntou se não queríamos. Eu fiquei meio inseguro, já pensava na Andréia viajando e deixei os dois conversando enquanto fui comprar uma água, pois minha boca estava seca de nervoso. Quando voltei, Carlos, me chamou de lado e falou se eu topava fazer a três. Apesar de ter tremido dos pés à cabeça, fiquei com certo entumescimento no meio das pernas que não escondia meu entusiasmo. Falei que poderia ser, mas que se com um só seria uma ousadia grande para mim, imagina com dois? O fato é que acabamos indo parar na casa do Rafael, este era o nome do cara. Chegando lá, ele colocou um filme de garotões do leste europeu para aquecermos. Eu fui ao banheiro para fazer um xixi e lavar o rosto, pois meu coração parecia que ia sair do peito, de tão nervoso. Quando voltei à sala, Carlos e Rafael estavam na maior sarração. Eu fingi que não vi, fui à cozinha beber água e me vi o resto da noite bebendo água e fazendo xixi de nervoso. Resolvi respirar fundo e espiar de longe. Eles já estavam de cueca, se esfregando e se beijando. Meu pau começou a reagir. Acomodei o pau dentro da cueca e ajeitei uns pentelhos que estavam sendo puxados pelo endurecimento súbito. Comecei a ordenhar minha pica enquanto via aquela cena... como dois machos juntos me excitam, cara.... Tirei os sapatos e desabotoei as calças. Comecei a me masturbar olhando os dois, que pareciam não me perceber no canto do sofá vendo aquela cena. Meu pau já babava feito cachorro raivoso e os dois nus, esfregando aquelas picas duras e vermelhas. Isso para não falar naquelas bundinhas branquinhas levemente peludinhas que se abriam e rebolavam. Tirei a camisa e fiquei pelado, só de meias para apreciar a cena. Carlos desceu até o pau de Rafael, que era bem grandinho, e chupou cada centímetro com maestria. O cara era do ramo! Rafael se contorcia e gemia. E eu tocava uma punheta em homenagem àqueles dois caras. Não eram dois modelos da Calvin Klein, mas eram bem gostosos e interessantes. E aquelas picas.... Carlos levantou o quadril de Rafael e meteu a língua no cu dele, que gemeu como um lobo. Eu não aguentei, peguei a baba do meu pau com dois dedos e meti no meu cu sem pensar duas vezes. Meu pau já estourava de dor e gemi alto. Quando Carlos virou para olhar, me viu com dois dedos no cu e o pau na mão. Que cena!! Fiquei envergonhado e ele perguntou por que eu não chegava mais perto. Fui me aproximando timidamente, até que Rafael agarrou meu pau e engoliu até o fundo da garganta. Fui à Lua: então era verdade que os homens são os melhores chupadores!! Carlos continuou chupando Rafael e de brinde me deu uma linguada no cu. Gozei na boca do cara, que não engoliu, mas sutilmente deixou a porra sair pelo canto da boca. Carlos não parou de chupar meu cu, que se abriu mais e mais para aquela língua. Que coisa maravilhosa!! Rafael se levantou para lavar o rosto e o pescoço e Carlos continuou chupando meu cuzinho semi-virgem depois de tantos anos invicto. Fiquei de 4 e Rafael voltou com uma caixa de camisinhas. Colocou uma no Carlos e besuntou meu cuzinho com gel. O tesão era tão grande que não pensei na hora no que ia ocorrer em seguida. Mas quando Carlos apontou o pau para o meu rabo, me esquivei e disse que não ia aguentar. Rafael me tranqüilizou e disse que correria tudo bem, que eu não ia me arrepender. Fez carinhos nas minhas costas enquanto Carlos acomodou a "cabecinha" daquela pica enorme (devia ter uns 19 cms e era bem grossa) na portinha do meu cu. Ainda titubeei, pensando na vida, meus pais, minha noiva... até que a rola entrou toda, e a dor não foi tanta. Estranhei quando ele disse que tinha ido tudo, mas de repente veio uma dorzinha lá do fundo, crescendo, crescendo, crescendo... gritei e me joguei para frente, mas o cara era experiente: me segurou e deitou sobre mim, me mandando relaxar. Eu arfava e gemia, mas nem me mexia para não doer mais. Ele foi falando "Isso... isso... assim...." e eu fui acalmando. Ele foi tirando devagar e em seguida meteu tudo de novo. Eu relaxei de vez e logo ele estava metendo e tirando sem parar, com muito carinho e determinação. Que delícia, sentir aquela vara me abrindo assim. Rafael tirou minhas meias e veio me beijar enquanto acariciava meu rosto... meu pau já estava em ponto de bala de novo, mas eu nem conseguia alcançá-lo para punhetá-lo. Carlos me chamou para sentar no pau dele e assim eu fiz. Sentei naquela pica enquanto Rafael dava seu pau para Carlos linguar. De repente, sem eu esperar, gozei de novo!! Pela primeira vez gozei sem estimular diretamente meu pau, apenas com o pau de Carlos na minha próstata. Foi maravilhoso e enquanto eu gozava e apertava meu cu, ele começou a gemer e tirou o pau de dentro de mim. Arrancou a camisinha e gozou muito, mas muito mesmo, molhando a nós dois. Eu nunca tinha visto tanta porra e ele parecia ter desmaiado, pois sua respiração logo ficou suave, quase imperceptível e sua cabeça pendia para trás. Levei um susto, mas Rafael disse para deixá-lo. Pegou-me pela mão e me levou para o quarto. Tomamos um banho rápido e fomos para sua cama. Lá ele me beijava profundamente, fazendo carinhos em meu corpo todo. Chupou meu pau mole e inchado, meu saco, meu cuzinho.... virou seu corpo para eu chupá-lo, o que fiz com certa inépcia. Ele parou tudo e me disse: "Imagina que tudo o que você fizer com meu pau é o que eu farei com o seu... como você gostaria que eu o chupasse?" Entendi a coisa e fechei os olhos. Sorvi lentamente aquele pau grosso e inchado, todo babado.... engoli até o fundo, senti um pouco de ânsia, mas me concentrei no que ele havia falado. Com bastante dedicação, eu o chupei elaboradamente. Ele gemia e falava "Assim... assim..." Seus gemidos me excitaram novamente e eu logo estava de pau duro de novo, que foi habilmente chupado por ele. Seu pau começou a pulsar na minha boca e pensei que ele fosse gozar. Com medo, tirei da minha boca e ele se sentou sobre minha boca para punhetar seu pau e, no que ele fez isso, seu cuzinho veio parar na minha boca. Eu nunca tinha feito isso, mas deixei o nojo de lado e mandei língua naquele cuzinho.... Amigos, ele gemia e rebolava sobre a minha boca, até que gozou. Mas ele não parou de rebolar e ficou de quatro para que eu o comesse. Quando vi aquela bundinha se abrindo para mim, não pensei duas vezes e coloquei a camisinha para mandar vara no cuzinho do cara. Ele falou para eu começar bem devagar. Eu tentei, mas o pau foi escorregando até o fundo, como se fosse sugado, até que senti sua bunda apertando meu saco e meus pentelos. Gozei imediatamente. Tirei fora, apreensivo pelo fiasco de minha performance, mas meu pau ainda duro aguentou outra camisinha e aproveitei o embalo. Eu não poderia deixar o cara na mão. Meti de novo e bombeei aquela bundinha um tempão. Nisso, Carlos chegou refeito e de pau meio mole, o que para ele significava quase um palmo de pica pendurado entre as pernas. Se aproximou de mim e beijou minha boca. Perguntou se eu não queria seu cuzinho também. Virou sua bundinha para mim e abriu seu cuzinho para eu chupá-lo. Que coisa, dois machos de cu virado para mim! Depois de lubrificar bem o cu de Carlos, meti um dedo, depois outro, e outro.... ele rebolava e se punhetava e eu mandando vara no cu do Rafael. Rafael saiu de fininho e falou para eu comer o Carlos. Coloquei o Carlos deitado de costas e comi o cu dele de frente, naquela posição papai-mamãe... ou melhor, papai-papai. Eu o beijava e comia seu cu. Rafael veio por trás de mim e começou a acariciar minhas costas. Desceu até meu cuzinho e começou a salivar meu buraquinho.... Senti que ele já tinha segundas intenções, quando ele se ajeitou sobre mim e começou a meter o pau no meu rabo. Cara, não é brincadeira, o que é comer um cara enquanto outro vem por trás metendo gostoso? Ficamos assim um bom tempo, até que meu gozo se anunciava. Tirei de dentro de Carlos mas Rafael continuou a me comer. Me masturbava enquanto chupava Carlos. E Rafael no meu cuzinho a todo vapor. O pau de Carlos começou a pulsar e o meu já estourava para gozar. Rafael tirou de dentro do meu cu, meteu alguns dedos e se masturbou para gozar nas minhas costas. Gozamos praticamente juntos, os três gemendo e urrando. Carlos mais uma vez jorrou porra pra cacete e ficou branco, quase desmaiado. Rafael melou minhas costas e minha bunda com sua porra e eu já gozava pela quarta vez naquela noite. Tomamos banho e fomos cada um para seu lado. Nunca mais vi aqueles caras, pois esquecemos de trocar telefone e e-mail. Minha noiva voltou e encontrou seu noivinho com mais uma transa em seu currículo: mas desta vez, um menage a trois (que coisa antiga), com outros dois caras! Vamos nos casar em dois anos, quando ela terminar sua pós-graduação. E eu às vezes entro nos chats gays, mas não faço mais do que tocar uma bronha diante da telinha imaginando sacanagens com outros caras. Sei que será difícil, mas tenho esperança de repetir aquela experiência
25
Relatos Eróticos / A vigilante Sanitária
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:49 »
Bom, para começar, vou me identificar como Mulato-BA, sou mulato, como o próprio apelido já diz, tenho 21 anos, olhos castanhos, cabelos pretos curtos, um bom porte físico e um membro que, sem falsa modéstia, muitas mulheres só acreditam vendo, por isso nem vou entrar em detalhes. Como eu moro sozinho, costumo ficar bem à vontade dentro de casa. Outro dia estava vendo algumas fotos que me foram mandadas por uma garota que conheci pela internet, eram fotos extremamente sensuais, quando a campanhia foi tocada, era uma mulher da vigilância sanitária, eu estava sem cueca(para variar), mas não havia me tocado que estava bastante excitado, abri a porta, ela se identificou como Ana Carla, vigilante sanitária, permiti a sua entrada e notei um certo sorriso em seu rosto, foi quando percebi minha já fraca mas ainda presente ereção, pedi licença e fui ao meu quarto pôr uma cueca, quando voltei pude parar um pouco e admirar minha vigilante, ela era bem gostosa, uma ruiva, no máximo 1,70m, que usava uma calça jeans, bem apertada, o que realçava seu delicioso bumbum, e que bumbum! Bem redondinho, volumoso e arrebitado, fiquei hipnotizado, ela se virou e acho que percebeu que eu a olhava, mais uma vez ela sorriu, e perguntou meio que ironicamente: - Está observando alguma coisa? Respondi com a maior cara-de-pau que sim. Ela então me perguntou o quê. Eu disse que ela tinha um corpo maravilhoso, principalmente o bumbum. Dessa vez ela riu mesmo, não foi um mero sorriso, e deu alguns passos em minha direção, fiquei parado, ela então largou a prancheta e levou sua mão à minha barriga e perguntou: - Quando eu cheguei aqui você estava apontado uma coisa maravilhosa para mim, o que houve com ela? Eu segurei a mão dela e guiei por dentro de meu short, não foi preciso guiar por muito tempo, quando sentiu sua mão tocar meu membro, ela soltou um leve gemido, chegando a fechar os olhos, tamanho foi o prazer de segurar meu pau. Aproveitei e levei minhas mãos à seus seios por sobre a camisa, que cuidei de tirar vagarosamente, deixando-a apenas de sutian, ela realmente era bem atraente, tinha uma barriguinha bem lisinha e ao tirar seu sutian, seus seios praticamente não se abalaram, continuaram rijos e já esboçando os biquinhos durinhos comprovando seu tesão. Ela já punhetava meu pau por dentro do short, eu então me livrei dele, e de minha cueca servindo meu membro totalmente livre para ela, que sem o largar, procurou meu rosto, e deixou sua boca procurar a minha, foi um beijo cheio de tesão, deixei minha língua roçar a sua antes de nossos lábios se tocarem, elas se roçavam com extrema volúpia, com minhas mãos alisava sua bunda deixando meus dedos passearem por seu reguinho, mesmo estando ela ainda com a calça, eu então a joguei no sofá e continuei o nosso beijo, não demorando muito, deixei minha língua passear por seu pescoço, e fui descendo, até seus seios onde me dediquei a cada um com o máximo de perfeição, abocanhava cada um e deixava escapar de minha boca, dando lambidas nos biquinhos, ela gemia feito louca, comecei a dar bastante atenção aos biquinhos, comecei a passar minha língua sobre eles, com bastante agilidade, deixando-os rapidamente bem durinhos, então eu os colocava entre os meus lábios e os mordia suavemente, Ana Paula de olhos fechados, só fazia gemer muito e gostoso, ela então se levantou e disse que precisava de um banho, tinha trabalhado o dia inteiro e estava muito suada, aquilo cortou um pouco meu tesão mas não me desanimou muito, mostrei a ela onde era o banheiro e fui em meu quarto pegar uma toalha para ela. Quando eu já me retirava para a sala, ela me agarrou por trás, beijou minha nuca e me virou, segurou em meu pau e perguntou: - Onde você pensa que vai? Eu vou precisar de uma ajuda para me esfregar.. Dito isso me arrastou segurando meu membro até o banheiro, chegando lá, eu me abaixei, e abri o botão de sua calça, comecei a baixar o zíper bem lentamente, a virei de costas, ela inclinou um pouco o corpo eu arriei sua calça lentamente e fiquei enlouquecido com o que via, Ana Paula usava a calcinha toda enterrada em sua bundinha, alías, bundinha não, bundona, havia superado o que eu esperava, comecei a beijar seu bumbum, ela se inclinou mais uma vez, me propiciando uma vista maravilhosa de sua xana por trás, e tirou a última peça que faltava, se virando de frente para mim, que delícia de bucetinha, era muito bem aparada, com poucos pêlos, todos ruivos, dei um beijo em sua xaninha e entrei no box com ela, foi um banho demorado cheio de beijos, apertos, toques, carícias ela se enrolou numa toalha, se enxugando, eu também me enxuguei. Fiquei um tempo parado diante dela, ela enxugava o cabelo, fui em sua direção, a beijei mais uma vez e a carreguei, levando-a até minha cama, onde recomeçamos nossas preliminares, desci com minha boca por seu pescoço, seios, barriga e comecei a beijar a parte interna de suas coxas, me aproximado de sua xaninha que exalava um odor perfumado pós-banho, mergulhei minha língua fundo em sua rachinha, Ana Paula soltou um gemido forte e levou suas mãos aos seus seios, os tocando, fiquei um bom tempo fodendo sua rachinha com minha língua, então comecei a subir pelos lábios, procurando seu grelinho onde aumentei a agilidade de minha língua gradativamente, eu o sugava, até mordia, arrancando o primeiro gozo de minha parceira, que fiz questão de lamber, ela gemia descontroladamente, puxou meu rosto, e deu um beijo bem sacana, apenas nossas línguas se tocaram. Se mostrando bem ágil também, ela se virou, se colocando por sobre meu corpo, foi a vez dela de deixar sua língua passear por meu corpo, ela lambeu meus mamilos os deixando bastante duros, arrancando gemidos meus, e foi descendo por minha barriga, quando encontrou meu membro, ela deixou sua língua roçar por toda extensão, da base até a cabeça, o que me enlouquecia, depois de algumas lambidas ela tratou de engulir a cabeça o que me ensandeceu, soltei um gemido mais forte, ela olhava para mim, e fazia uma cara de safada que me excitava muito, ela punhetava meu pau com sua boca, deixando a língua roçando a glande, eu segurei sua cabeça e comecei a guiar seus movimentos, ela engulia o máximo que podia de meu pau e não parava de mamar, eu anunciei meu gozo, pensei dela desistir do oral, mas isso só a fez acelerar seus movimentos, o primeiro esguicho de meu esperma foi em sua boca, depois disso ela o tirou da boca e deixou minha porra melar todo seu rosto, eu praticamente gritava de tanto prazer, tinha sido um boquete maravilhoso, provavelmente o melhor que já tinham feito para mim, ela esfregava meu pau melado de esperma em sua boca, seu rosto, aquilo me enlouquecia, ela então tratou de limpar bem meu pau com sua boca, iniciando praticamente um novo boquete, eu então pedi que ela colocasse sua xana em minha cara, ela perguntou se eu tinha alguma camisinha, e como um bom solteirão, sempre deixo uma por perto, atendido seu pedido ela voltou e colocou sua xana em meu rosto e tratou de iniciar uma nova chupeta em meu pau, dessa vez, tendo a vista maravilhosa de seu cuzinho em minha frente não resisti, e tratei de conduzir um dedo até lá arrancando gemidos de minha parceira, visto que ela havia gostado tratei de massagear o botãozinho, enquanto minha língua já passeava por sua rachinha, ela por sua vez, tratava de punhetar meu pau com sua boca, me dando extremo prazer e tesão, tendo já massageado seu cuzinho por um tempo, tratei de forçar a entrada de um dedinho nele, Ana Paula soltou meu pau, gemeu forte e jogou seu quadril para trás, ajudando ainda mais a entrada fiquei fodendo aquele cuzinho, sentindo ele apertar meu dedo, piscando de tesão. Ana Paula já não mais me chupava apenas jogava seu quadril para trás, gemendo e rebolando sua maravilhosa bunda sobre meu rosto, não demorou muito e ela voltou a gozar, dessa vez seu gozo foi mais forte, chegando a deixar seu corpo cair, me sufocando com seu sexo. Após se restabelecer, ela Pediu: - Por favor, me fode! Aquilo me enloqueceu, ela pegou meu pau, colocou a camisinha e veio por cima, eu estava na beira da cama, nessa posição ficava praticamente sentado, ajudei-a a guiar meu pau até sua bucetinha, que aos poucos engulia meu membro, devidamente já acomodada com ele dentro, ela começou a cavalgar, eu agarrei sua cintura, guiando os movimentos de seu quadril, ela começou bem lento, rebolando sempre que chegava à base do pau, me deixando doido, aos poucos foi aumentando o ritmo, eu levei minha boca à seus seios, e empurrava meu quadril para cima ajudando a entrada de meu membro, sua bunda batia com força em minha virilha, gemiamos muito, então abracei seu corpo contra o meu e sem tirar de dentro dela, me virei, ficando dessa vez por sobre ela, comendo-a num gostoso frango assado. Segurei uma perna sua, bem aberta, e comecei a estocar, à princípio bem devagar e ritmado, enfiava completamente tudo e quase que tirava-o completamente também, ela gemia feito louca, eu enfiava o pau fundo e rebolava junto com ela, com ele fundo em sua bucetinha, comecei a aumentar o ritmo aos poucos, chegando a estocar com extrema velocidade, meu saco batia em sua xana fazendo bastante barulho, eu gemia junto com ela, eu diminuía e aumentava o ritmo, fodendo gostoso aquela buceta ruiva gostosa, ela anunciou outro gozo, eu tratei de enfiar meu pau mais fundo em sua racha, e empurrar ele mais fundo, arrancando um gozo mais forte de Ana Paula. Um pouco cansado daquela posição, pedi à Ana Paula que ficasse de quatro para mim, queria comê-la por trás, desfrutando a visão daquela maravilhosa bunda, ela então me atendeu. Vendo-a com aquela bunda arrebitada, todinha para mim, não resisti, roçei a cabeça de meu membro em seu cuzinho, Ana Paula gemeu, mas pediu que não, disse que não aguentaria a dor, no momento eu aceitei e contrariado, desci meu pau e enfiei de vez em sua buceta, um gemido foi solto por nós dois, ela se encarregou de arrebitar mais a bunda e a empurrou para trás, eu então segurei sua cintura, e enterrei meu pau fundo dentro daquela racha gostosa e comecei a meter violentamente, comecei a dar palmadas em sua bunda, Ana Paula gemia muito e jogava a bunda para trás, ajudando a entrada de meu membro em sua xaninha, parei meu corpo, e deixei que apenas esse movimento seu, forçasse a entrada de meu pau em sua bucetinha, não foi preciso muito tempo para eu anunciar meu gozo, agilmente ela se virou e deitada, tirou minha camisinha e pediu que eu gozasse em seus seios, eu punhetei meu pau com a sua ajuda, e larguei os primeiros esguichos em seus seios, pescoço, ela ergueu o pescoço e colocou o pau na boca servindo-se do restinho de esperma que ainda jorrava de meu membro, cheguei a tremer com essa gozada. Passado um tempo, onde descansamos um pouco, Ana Paula se vestiu e despediu-se de mim, dizendo que não era para eu procurá-la, e nem ia me procurar, era para deixar ao acaso, que por sinal se fez presente 3 meses depois, mas isso é outra história... Caso alguém queira se comunicar comigo,
26
Relatos Eróticos / HOT NIGHT!!!
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:48 »
Buenas gurizada, já deu pra notar de onde sou, não é, pois é, sou gaúcho do interior do RS e adoro esta hp, mas nunca tive coragem de escrever uma história, mas hoje acordei inspirado e resolvi escancarar, ela é uma narrativa e, ao mesmo tempo, serve para induzir o fetiche de vocês. Isso aconteceu a pouco tempo, e não poderia deixar de relatar a todos o que eu presenciei. Bom, tudo começou numa festa na casa de um amigo meu, você estava de saia preta até o joelho, meia calça preta, botas até um pouco abaixo do joelho, um bustier branco que deixava os seus ombros de fora e aguçavam o meu instinto felino. Teus cabelos pretos e compridos eram um atrativo a parte, teu olhar marcante me chamava para mais perto, então cheguei e comecei a conversar contigo, o papo rola solto junto com a animadíssima festa, o clima com pouquíssima luz faz com que nossa atração e olhares tornassem-se mais intensos, bebíamos apenas refrigerante e o convite foi feito, o quarto vazio do segundo piso nos aguardava, um ok do meu amigo nos libertou do ambiente tumultuado e nos encaminhou para cima, onde a música era mais baixa e o tesão cada vez mais alto. Nos beijamos e você parece não pensar em mais nada, somente em nossos corpos colados e eu, no beijo fantástico que a tua boca produz. Acaricio o teu cabelo e coloco a mão dentro de tua blusinha, bem suavemente passo um dedo de cima a baixo de tuas costas, sem o empecilho do sutiã, e você se arrepia toda e solta um gemido baixinho, bem perto da minha orelha. Sussurro em teu ouvido que a noite está apenas começando, e beijo o teu pescocinho, o arrepio toma conta novamente do teu corpo que agora me acaricia e tira a minha camiseta, mordisca os meus peitos e arranha as laterais da minha barriga. Não agüento mais e jogo-te na cama, tiro cada peça restante da minha roupa na tua frente, iluminado apenas pela luz fraquíssima do abajur do canto, o seu rosto é de puro tesão e então tiro sem pressa a tua roupa, deixando-te apenas de calcinha, ficando eu apenas com a minha cueca explodindo, tentando conter o caralho que força a saída e a liberdade. Beijo o teu pezinho, a tua panturrilha, o teu joelhinho, e, finalmente chego à tua cocha. Tiro a sunga bem de vagar na tua frente e o teu olhar de desejo e aprovação juntamente com uma passada de língua entre os lábios, são o sinal que precisava para prosseguir, volto então a lamber e chupar as tuas cochas. Vc está exalando um cheiro delicioso de sexo pela vagina que me chama para mais perto dela como um cachorro no cio. Não acredito quando, de longe, avisto a umidade impregnada na tua calcinha branca e não resisto, mas ainda não quero que vc goze então chupo descaradamente a tua virilha fazendo-te gemer cada vez mais alto e contorcer-se de tesão. A tua buceta me chama, me implora e eu caio de boca nela, arranco a tua calcinha, coloco só a pontinha da língua no teu clitóris e vc geme, grita, e me elogia. Então começo a morder, esfregar a língua em toda a extensão da tua buceta e vc adora isso. Vc goza tremendo toda como uma louca na minha boca e grita pedindo meu pau dentro de ti, mas ainda não acabou, te coloco de quatro, amarro tuas mãos na guarda da cama, arregaço bem as tuas pernas e começo a lamber bem devagarinho o teu rabinho e a tua bucetinha, numa linha vertical incrível. Você quer me chupar a todo custo mas eu quero te fazer chorar de tesão. Chegou a hora, ainda amarrada na cama brinco esfregando o meu caralho na tua buceta e no teu cuzinho, vc rebola como uma louca parecendo procurar o meu pau, geme, grita, se humilha me implorando e eu finalmente coloco, bem devagarinho, a tua vagina parece que vai pegar fogo, vc chora, e grita mais alto. As bombadas começam bem vagarosamente e vc treme toda, está molhada de suor e suco vaginal, o entra e sai começa a ficar mais intenso e o seu segundo gozo está mais próximo a cada estocada, aumento os movimentos de forma que o caralho sai quase todo e volta a entrar até o talo, vc rebola, rebola, rebola, e eu meto cada vez mais violentamente, vc começa a gozar e sua respiração para por instantes enquanto o teu corpo estremece, sinto o instante e cravo o pau lá no fundo por alguns segundos, vc solta um grito tão alto que chega a me atordoar, mas não paro de estocar e vc não para de gozar, faz isso três vezes seguidas e então te liberto das amarras e vc voa em minha direção, me joga deitado na cama e chupa, chupa tanto que o primeiro gozo vem em instantes. Vc me chupa como nunca fui chupado e então engole toda a minha porra quente e ainda quer mais, não acredito que vc possa agüentar pois já gozou quatro vezes, mas sobe em cima de mim, esfrega a tua xana na minha cara, esfrega, esfrega, sobe, desce, a minha língua entra e sai fácil, vc adora isso e eu aperto tanto seus seios que quase te machuco, os bicos estão duros a horas, vc desce e se posiciona agachada, com os pés na cama ao lado do meu quadril, pega a minha vara e esfrega na entrada da tua buceta, a cabeça fica encharcada na hora e vc desce devagar, eu me levanto e chupo teus peitos como um terneiro faminto. O teu tesão é tanto que vc não se contenta mais com o tradicional, se levanta, pega um creme que servirá como lubrificante, lambuza o meu pau todinho e o teu cuzinho, e me pede para ser um cavalo, o que eu faço com todo gosto. Te coloco escorada no guarda-roupas, em pé, e arregaço o teu buraco, meu pau parece que vai estourar (mesmo tendo acabado de gozar, parece que não trepo a uns dois meses), coloco-o na entradinha do teu rabo e força-te para trás com muita força, para entrar de uma vez. Teu gemido e o contato do meu saco com o calor da tua buceta denunciam a total penetração. Os movimentos são curtos e vagarosos, mas por pouco tempo, pois o tesão e o delírio são mais fortes e fazem com que comecemos um vai e vem alucinado, com muito gemido de ambas as partes. Uma fraqueza nas pernas força-nos a cair na cama, eu deitado e vc me cavalgando como uma amazona profissional, o teu cu ferve mais que a buceta e, por ser mais apertado, me leva a começar a estremecer junto contigo, o nosso gozo se aproxima, vc aumenta o ritmo das sentadas, eu me levanto e agarro os teus seios por trás, vc dá pinotes no meu pau, e, finalmente começamos a gozar, vc gritando e eu agarrando os teus seios e tremendo como se fosse a última trepada da minha vida, ficamos gozando por um bom tempo e, finalmente, caímos apodrecidos na cama, vc de bruços e eu estirado com a cabeça pro outro lado, vendo uma cena até então inédita para mim, o teu rabo ainda entre aberto, escorrendo um filete de porra de dentro, e vc suspirando sem parar, aquela cena não vai mais me sair "das cabeças", nunca mais. Se vocês gostaram da minha história, me escrevam e me digam se gozaram conosco ou se serviu para inspirar uma ciririca ou uma punheta.
27
Relatos Eróticos / Surpresa
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:48 »
Oi galera ! Eu sou a Patrícia e espero dividir com vocês as minhas experiências.... espero que seja tão excitante para vocês lerem esses contos quanto foi para mim realizá-los !!! Eu estava quase dormindo, era uma sexta feira e eu tinha chegado cansada do trabalho. Tomei um banho e liguei o som para ir caindo no sono. Escutei a campainha e achei um tanto estranho alguém em plenas onze horas da noite estar alí, na minha porta. Olhei pelo olho mágico, e era o meu vizinho, Daniel. Eu estava de camisola, e como ele é um amigo de longa data, nem me encomodei e deixei ele entrar. Perguntou como eu estava, se tinha me acordado, esse tipo de pergunta para falta de assunto. No final do assunto emendou: Você está muito gostosa nessa camisolinha. Entendendo muito bem a deixa, puxei Dani contra mim, e beijei aquela boca deliciosa. Malicioso, descia as mãos pela minha bunda, descoberta pela camisola e exposta graças a calcinha fio dental. Colocou um dedo no meu cuzinho, que piscou de tesão. Retribuí o gesto apalpando o já duro cacete do menino. Fomos nos despindo e nos beijando, nos jogamos no sofá, e ele veio com sua língua ávida no meu grelo. Chupava feito louco e eu delirava, sendo saboreada com tanta vontade. Resolvi fazer o mesmo com ele e fiz um boquete de botar inveja... chupava com volúpia a cabeça e as bolas dele, fazendo ele delirar na minha boca. Enxarcada e louca pela pica que estava chupando nas minhas entranhas, saí de baixo dele, e me encaixei no mastro reluzente que tinha a minha frente. Comecei um sobe e desce frenético, delirando a cada milimetro de pica que entrava na minha buceta. Via o rosto dele transtornado de prazer, me chamava de puta, de vadia. Gozei intensamente, urrando de prazer. Nos sarramos um pouco mais, e, depois que ele foi embora, nem precisei da música para dormir.
28
Relatos Eróticos / Amor de Irmãs
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:47 »
Já era tarde da noite, e eu estava trabalhando em um trabalho da faculdade no meu computador. Não aguentava mais escrever sobre o mesmo assunto, muito embora gostasse do que estava fazendo. Me espreguicei na cadeira. Estava com uma tremenda dor nas costas, depois de três horas sentada naquela escrivaninha olhando para uma tela. Pelo menos eu já estava acabando. Nesse exato momento, minha irmã Amanda entrou no quarto. “Oi. Já acabou esse negócio?” “Quase. Estou toda quebrada!” “Bom, se você não me encher o saco, te faço uma massagem.” Ao contrário do que se possa pensar, não havia nada de malicioso no convite. Amanda sempre foi boa em massagens nas costas. Todo mundo pedia uma. Por isso deixei que ela me massageasse. Depois de tanto tempo, eu estava mesmo um caco. Tanto que nem mesmo exitei em soltar o sutiã para que as alças saíssem dos meus ombros e a massagem fosse mais efetiva. “Hum, eu precisava mesmo disso”, eu disse, quando notei que, com a massagem e muita conversa jogada fora, haviam se passado 40 minutos. “Acho que vou deitar. Tá muito tarde.” Como sempre faço, abracei Amanda e lhe dei um beijo na bochecha, dizendo-lhe boa noite. Entretanto, desta vez ela ficou ali parada, começando a ficar vermelha. Me afastei um pouco e olhei nos olhos da minha irmã, num daqueles momentos intermináveis. Amanda deu um passo à frente e me deu um selinho na boca. Primeiro tomei um susto, fiquei chocada – depois notei que havia gostado. Tive o impulso de devolver o beijo e, quando nossos lábios se encontraram, escorreguei minha língua para dentro da boca da minha irmã. Ficamos ali por dez minutos, entrelaçando nossas línguas, abraçadas, experimentando aquele novo prazer. Até que interrompi os acontecimentos, respirando fundo. Eu nunca havia estado tão excitada. Meus mamilos estavam duríssimos por baixo da camiseta. Não pude evitar olhar para os seios da Amanda, que também pareciam querer rasgar seu top de algodão. “Acho que é hora de dormir, né?”, me afastei, sem saber o que fazer. Me tranquei no banheiro da nossa suíte. Lá dentro, nem sabia o que pensar. Escovei os dentes e tirei a roupa para colocar a camisola. Minha calcinha estava molhada, e a joguei no cesto de roupas sujas. Me olhei no espelho. Vi ali uma mulher de 20 anos, corpo bem feito, mamilos eretos, rosto vermelho de se lembrar do que havia feito há pouco. Porém, estava também extasiada com aquele beijo. Amanda era ainda mais bonita que eu. Aos 18 anos, tinha um colégio inteiro atrás dela. Pensando nela, senti minha vagina tremer. Coloquei um dedo nela, e vi o quanto molhada estava. Com medo daquele sentimento, enfiei logo a camisola e voltei para o quarto. O lugar agora estava escuro, iluminado somente pela luz do rádio relógio. Amanda já estava na parte de cima do beliche. Tomada pelo momento, disse “sorte sua que você está aí em cima”, enquanto me enfiava embaixo dos lençóis na parte de baixo. Então tomei um susto. Amanda não estava em cima, como costumava dormir, mas sim me esperando na minha cama. “Mas...” Como resposta, ela me deu um beijo no rosto, que logo deslizou para minha boca. Começamos nossa guerra de línguas novamente. Não quis mais nem saber e puxei minha irmã pra bem perto de mim. Comecei a acariciar os seios dela. Ela gemeu baixinho e colocou as mãos por baixo da minha camisola, passando a procurar os meus. Senti um furacão passar por mim quando ela tocou meu mamilo. Acendi o abajur, para que eu pudesse vê-la tirar a roupa. Também tirei a minha. Já tinha visto Amanda nua, mas fiquei maravilhada. Puxei minha irmã em direção aos meus seios, para que ela os chupasse. Ela mamou com força, até que eu a puxasse de volta para minha boca, onde nos encontramos num violento beijo, que acabou comigo deitando em cima dela. “Hoje eu vou dormir em cima”, brinquei, passeando minha língua pelo corpo dela. Ao chegar à sua vagina, acariciei seus pelinhos com o rosto e comecei a lamber seu clitóris. Nunca tinha sentido aquele gosto antes. O proibido somado aos gemidos indefesos, de menininha, da Amanda, estavam me enlouquecendo. Minha irmã é aquela menina toda decidida e teimosa mas, que no final das contas, só quer colo. Sempre a amei muito, mas nunca pensei naquele tipo de contato. Subi por seu corpo e a beijei, dividindo com ela seu próprio gostinho. Ela deu uma risadinha, dizendo “nossa! O que foi que a gente fez?” O tom da sua voz, porém, não mostrava arrependimento algum. Com a mão direita, começou a acariciar minha vagina, dizendo baixinho: “também quero...” Ela colocou dois dedos dentro de mim, e comecei a me mexer em vai e vem, para que aquela mãozinha me penetrasse fundo. Olhávamos uma nos olhos da outra e sorríamos, maliciosas. Também comecei a gemer. Aquilo estava bom demais. Amanda tirou os dedinhos de dentro de mim e os lambeu, como se chupasse um picolé. E, pelo visto, um muito gostoso. “Não acredito que estamos transando! Porque nunca transamos antes?”, perguntei. “Vai ver estávamos muito ocupadas com homens!”, riu Amanda, olhando fixamente para meus pelos pubianos. Quem tomou a atitude, no entanto, fui eu. Me agachei na cama, colocando minha vagina sobre o rosto de Amanda que, baixinho, continuava rindo muito, mas nem por isso deixou de, com as mãos, separar meus lábios vaginais e enfiar a linguinha fundo. Ela me lambia freneticamente, e me segurei nos pilares do beliche para me equilibrar direito. Com suas mãos livres, minha irmã começou a se masturbar enquanto me satisfazia, sentindo o orgasmo chegar à medida que ficava mais molhada. Nós duas mexíamos nossos quadris de prazer, ritmo gostoso que só parou quando nós duas gozamos. Relaxamos, abraçadas, enquanto nossa respiração e pulsação voltavam ao normal. Olhei para Amanda. “Eu te amo muito.” “Eu também te amo.” Um singelo beijinho na boca e dormimos como bebês.
29
Relatos Eróticos / EU FEMEA DE DOIS VISINHOS
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:47 »
OI MEU NOME É THIAGO E A HISTÓRIA QUE EU IREI CONTAR PARA VOCÊ É VERDADEIRA.
UM CERTO DIA EU SOZINHO EM CASA RESOLVI PEGAR UMAS ROUPAS DA MINHA IRMÃ E ME TRAVESTIR. (SEMPRE QUE ESTOU SOZINHO EU VISTO ROUPAS DA MINHA IRMÃ E FICO ME ADIMIRANDO EM FRENTE AO ESPELHO) CHEGUEI NO QUARTO DELA ABRI O ARMARIO FUI PEGANDO ALGUMAS PEÇAS DE ROUPA BEM SEX, PRIMEIRO COLOQUEI UMA CALCINHA PEQUINININHA E ENFIADINHA UM SUTIÃ DEPOIS PEGUEI UMA SAINHA CURTINHA E COLOQUEI E EM CIMA UM TOP. FUI AO BANHEIRO PASSEI UM BATOM ME MAQUIEI TODO E FUI PARA SALA ASSISTIR TELEVISÃO SENTEI NO SOFÁ E RELAXEI.
DERREPENTE TOCOU A CAMPAINHA E EU ABRI A PORTA ME ESQUECENDO COMO ESTAVA VESTIDO. ABRI A PORTA E VI MEUS DOIS VIZINHOS DE BOCA ABERTA OLHANDO COMO EU ESTAVA VESTIDO
EU É CLARO TENTEI ME EXPLICAR MAS ACHO QUE NÃO ADIANTOU MUITO ELES ENTRARAM EU FECHEI A PORTA QUANDO ME VIREI EU VI QUE ELES ESTAVAM OLHANDO PARA MINHA BUNDA FIQUEI DE PAU DURO NA HORA EU REPAREI TAMBÉM QUE OS DOIS ESTAVAM DE PAU DURO. ELES SENTARAM NO SOFÁ EU FALEI QUE IRIA ME VESTIR, ELES FALARAM QUE NÃO PRECISAVA QUE EU DEVERIA SENTAR NO SOFÁ COM ELES EU ACEITEI SENTEI NO MEIO DOS DOIS, DERREPENTE SENTI O PAULO COLOCANDO A MÃO NA MINHA COXA E O VAGNER PEGANDO MINHA MÃO E COLOCANDO NO SEU PAU EU NÃO RECLAMEI ESTAVA ADORANDO AQUILO E PARTI PARA O ATAQUE, ENFIEI A MÃO POR DENTRO DA BERMUDA DO VAGNER E COMEÇEI A PUNHETA-LO ENQUANTO O PAULO ENFIAVA O DEDO NO MEU CUZINHO, FOI QUANDO VAGNER TIROU A PARTE DE CIMA DE MINHA ROUPA E FALOU PARA EU CHUPAR SEU PAU, FIQUEI DE QUATRO COMEÇEI A CHUPAR AQUELE PAUZÃO ENQUANTO O PAULO ABAIXAVA MINHA SAIA COLOCAVA A CALCINHA DE LADO E METIA SEU PAU NO MEU CU, EU COMECEI A GEMER, GRITAVA E CHUPAVA O PAU DO VAGNER ATÉ QUE ELE DERRAMOU TODO SEU LEITE NA MINHA CARA PAULO CONTINUOU METENDO NO MEU CU ATÉ GOZAR LA DENTRO. DEPOIS VAGNER FALOU QUE ERA A VEZ DELE ME FUDER E O PAU DELE ERA BEM MAIOR QUE O DO PAULO ELE ME PEGOU ME COLOCOU DE QUATRO E COMEÇOU A ME FUDER EU GEMIA MUITO PAULO VEIO E COLOCOU O PAU NA MINHA BOCA E EU CHUPEI ATÉ ELE GOZAR NA MINHA BOCA FOI QUANDO VAGNER TAMBEM GOZOU DENTRO NO MEU CUZINHO E EU GOZEI JUNTO DE TANTO TESÃO.
30
Relatos Eróticos / Menino safado na festinha
« Última mensagem por Paula em 17 de Novembro de 2020, 23:46 »
A história que eu vou contar agora é verdade e se passou no início da minha adolescência, naquela fase de experimentar tudo ligado a sexo, de bater muitas punhetas em frente ao espelho por ter um corpo sarado e ficar roçando o pau em todo lugar pra dá tesão. Este caso aconteceu numa festinha americana de amigos, na casa de um moleque aqui mesmo no Rio de Janeiro. Sabe aquela festa em que todo garoto quer comer alguém? Pois bem, lá no meio da noite, todo mundo cheio de batida, bacardi, coca-cola com vodka, já tava rolando um clima entre os garotos e as minas. Era um apartamento em Copacabana de um cara que os pais estavam viajando. Só tinha gente da minha idade lá, ouvindo música, azarando e bebemorando pra cacete. No meio da noite, consegui pegar uma garota bonitinha e gostosa também, com uma bundinha maravilhosa que todo mundo já tinha comentado. Ficamos no sofá um tempão nos acariciando e fazendo um pouco de sacanagem também. Quando já tava ganhando total liberdade com ela, perguntei se ela não queria alguma coisa mais "quente" que aquilo e ela topou. Disse que eu era gostosinho, saradinho, aquilo tudo mais e eu já tava com meu pinto duro pra caralho. Ela tinha visto isso e de vez em quando esbarrava a mão nele pra me deixar mais louco ainda. Foi aí que resolvi levar ela pro quarto do meu amigo, que não ia demorar muito pra virar um motel particular. Quando entrei no quarto, estava eu e ela sozinhos, um de frente pro outro. Comecei a passar a mão nos peitos dela, devagar, pra deixar ela bem excitadinha aos poucos. Enquanto isso ela ia descendo a mão pela minha barriga, meio tímida, e ficava passando a mão nos meus peitinhos. A gata tava louca! Sentia que ela queria pegar no meu pau, que tava um trabuco só. Era muito bom aquilo porque eu não parava de melar minha bermuda. Foi aí que peguei a mao dela e pus dentro da minha bermuda de modo que ela sentisse o estado que ela deixou meu caralho. Enquanto chupava seus peitões, deitei na cama em cima dela pra fazer um boquete bem gostoso no bichinho. Ela tava louca por mim. Quando ajoelhei pra ela chupar meu caralho, senti sua mão no meu pé. Senti que ela tava mais excitada com meu pé, adorava jogar pelada descalço, e meu pé tava maior casca, muito duro mesmo. Fiquei de frente pra ela pra que pudesse roçar meu pé nos seus peitos, na sua barriguinha saradinha e claro, na buceta que já tava molhada pra cacete. Ficava metendo os dedos do pé dentro da buceta e percebia que o gozo dela escorria pelo meu pé. Não podia imaginar que eu já estaria fazendo tanta sacanagem, coisa de gente grande, mas meu pau é que mandava, não tinha como parar, porra. A mina resolveu mandar eu deitar de barriga pra cima e abrir bem as pernas pra que ela ficasse chupando meu pau enquanto eu esfregava meu pé na bunda dela. Não precisa dizer que joguei logo muita porra na cara dela, e a filha da puta não parava, ficava querendo mais ! Então fiquei acariciando minha cabecinha pra sentir mais aquele cheiro de pinto melado, que tanto me excitava. Peguei a minha mão e enfiei meus dedos lambuzados de melado na cara dela e depois na boca dela, enquanto ela ficava me masturbando. Comecei a sentir meu leite pronto pra jorrar na cara da mina, tirei a mão dela do meu pau e meti dois dedões na xota dela, num vai-vém delicioso. Quanto mais fazia isso, ela tentava me agradar acariciando meu pinto. O bicho tava muito vermelho, latejando, suplicando para eu parar com aquilo. Fiz um vai-vém com tanta vontade e velocidade até que a xoxotinha não segurou mais e gozou muito, enxarcando minha mão todinha! Tirei a mão e esfreguei aquele presente maravilhoso na cara dela e na minha cara também. Aquele cheiro tava me excitando todo mais ainda. Foi aí que eu colei minha cara na dela e a gente foi se ardendo num beijo tesudo e cheiroso... Era uma delícia sentir minha boca deslizando no rostinho delicado dela. Mas não dava, o piu-piu cabeçudo já tava novamente inquieto, querendo contribuir mais, querendo lambuzar o quarto todo com um jato de porra quente. Eu tinha que comer aquele cuzinho maravilhoso. Aquilo, sim, que era um cuzinho perfeiro, redondinho. Não perdi tempo e virei a garota de costas, debruçada na cama. Pegue seu próprio gozo que tava todo no meu braço e lambuzei o buraquinho dela todinho pra poder meter meu caralho e fazer ele deslizar lá dentro. Acho que ela não tava numa posição muito confortável, talvez pelo colchão estar apertando um pouco seus peitos, e por isso tava meio inquieta, tentando sair daquela posição. Mas a essa hora da coisa, foda-se. Fiz força com o braço e segurei seus dois braços na cama, com brutalidade. Ela deu um suspiro baixo, mas agüentou firme, sem parar de olhar com tesão pro meu braço enrigecido, abraçando ela com força. Como não parava de ajeitar, seu cu rebolava gostoso no meu pau, e o bichinho agradecia lá embaixo. Eu dizia "vai, tenta sair, vai, tá sem força, é?!". Ela tava mais puta ainda e ficou mais inquieta, querendo me empurrar com a bunda pra ver se eu saía, só que ela bem que tava gostando, fazendo cara de safada no cio. Eu empurrava pra frente meu corpo e o cuzinho dela me empurrava pra trás, num vai-vem delicioso....Até que eu não agüentei mais e gritei: "vou gozá pra caraalho!!". "Joga tudo em cima de mim, teu grosso" - ela disse. Tirei o pau do cu dela, subi em cima da cama rápido e senti toda aquela porra quente caindo com voilência em cima dela, muita porra mesmo, de tanto que eu tava excitado!! Como o bichano tava feliz!! Latejava de tão vermelho que estava. Quando vi que a garota tava se deliciando com minha porra toda, aproveitei para sair de fininho e deixei o quarto todo lambuzado lá.... O próximo que se virasse pra fuder lá dentro! Acho que você deve ter gostado desta história. Manda um e-mail pra mim, diz o que você achou e me diz como você gostaria que fosse sua fantasia sexual também. Quem sabe eu não tenha uma outra história pra contar igual a fantasia que você quer tanto ter, hein!? To esperando.
Páginas: 1 2 [3] 4 5 6 7 8 9 10